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sexta-feira, 17 de julho de 2026

A MINHA MÃE, D. DEDÉ DIZIA: “QUEM PERGUNTA QUER SABER.”

 


 

Mário Querino 17/07/2026

Ora, alguém perguntou?

“Como é a vida que vive

Nessa outra Dimensão?”

O que eu redarguir livre

 

Agora, pra todo mundo

Avaliar a linha que tem

Os meus pensamentos

Neste Planeta também,

 

Que todo mundo sim,

Titula de Planeta Terra,

Sobretudo este meu

Apreciado pé de serra

 

Chamado de Distrito

De Bananeiras, lugar

Onde eu nasci, cresci

E vivo só para amar

 

A Mulher, D. Marisa?

Ora, hoje, respondo

Com plena convicção,

Eu não sou não, dono  

 

Da verdade, porém,

Faço uma pergunta

Que acho inteligente

E quem nisso assunta,

 

Vai parar pra refletir:

Jesus Cristo já disse

Como a outra vida

Nesse Paraíso existe?

 

Ora, na Terra a gente

Já sabe por que tem,

Olho, ouvido, nariz,

Boca e mão também.

 

Porém, quem já viu

Morto que virou Pó,

Ter nada disso, irmão?

Ora, seria bem melhor

 

A gente ser feliz aqui.

Porque ninguém sabe

Como é a vida de lá.

Agora, para mim cabe

 

Eu redarguir cônscio

Para quem perguntar

Como é a vida depois

Da morte. Então, já dá

 

Pra todo mundo ser

Consciente, que não

Tem nenhum saber  

Sobre essa Dimensão

 

Que já vamos por fé

Conhecê-La. Contudo,

Quem ousar ensinar

O seu caminho, tudo

 

Só é apenas ilusão.

Por que, ó Querino?

Ora, na minha loucura

No canto nordestino,

 

Tenho ainda a noção

E intuo que Professor

Que ensina deve ser

Um bom conhecedor

 

Sobre o assunto que

Está ensinando aqui.

Ora, eu como louco,

Faz anos que descobri

 

Que tudo isso é sim,

Ilusão no orbe Terra,

Principalmente aqui

Em meu pé de serra

 

Titulado Pindobaçu

Onde fica Bananeiras,

Meu amado Distrito,

Onde a vida inteira

 

Eu fico com a Mulher

Intitulada D. Marisa,

Minha terna paixão

E amor da minha vida.

 

Ora, assim pergunto:

A Terra tem bilhões

De anos, e sempre

Existiram as nações,

 

Que nascem, vivem

E depois morrem sim.

Alguém pode explicar

Claramente pra mim,

 

Por que ninguém já

Voltou pra comentar

Como é a vida após

A morte? Você está

 

Com toda a ousadia

Para me esclarecer?

Porque nem Jesus

Cristo, isso quis dizer.

 

Ele já desceu do Céu

Pra viver nesta Terra

E depois Ele morreu,

Sei disso no pé de serra.

 

(Quer dizer, mataram

O Senhor Jesus Cristo).

Você explica na Terra

Pra gente tudo disso?

 

Você que visa riqueza,

Vem querer ensinar

Um caminho que nem

Você nele quer passar?

 

E quando um ente

Querido é chamado

Para seguir essa trilha,

Você fica angustiado?

 

Ora, eu sou um louco,

Porém, não sou besta

Para engolir qualquer

Coisa neste Planeta

 

Onde a gente vê sim

De tudo sobre a Terra,

Mormente neste meu

Amado pé de serra

 

Titulado Bananeiras

Onde nasceu ontem,

O meu netinho sim,

Para ver o horizonte

 

Com inteligência sim,

E muita sabedoria.

Então, vamos viver

Ditosos aqui cada dia,

 

Sempre usando algo

Que nos faça bem.

E essa vida na outra

Dimensão, também

 

Depende do que já é

Feito aqui na Terra,

Sobretudo em meu

Amado pé de serra

 

Titulado Bananeiras.

Pois tudo vai sumir.

O que vai ficar então?

Ora, só o nome aqui,

 

Na memória do povo.

E é isso que Deus quer,

Por isso Deus enviou

O Filho, Jesus de Nazaré.

 

Pra ensinar o caminho

Da liberdade, da paz,

Do amor e da gratidão,

E Ele não fez como faz

 

Pregador de hoje em dia,

Que só quer dinheiro

Para viver curtindo sim,

Na boa o tempo inteiro

 

À custa sim, dos menos

Esclarecidos na Terra,

Mormente em meu

Querido pé de serra

 

Titulado Pindobaçu

Onde fica Bananeiras,

Lugar onde eu nasci,

E habito a vida inteira

 

Na Chácara Santa Maria

Muito ditoso da vida

Ao lado do meu amor

Intitulado D. Marisa.

 

Então, eu deixo a vida

Que terei após a morte,

Pra quando eu morrer,

E ter essa Boa Sorte.

 

Porque não depende

Dos meus feitos não,

E sim, da misericórdia

De Deus, minha Salvação.

 

Ora, se dependesse sim,

De mim, eu já estaria lá.

Acha que eu deixaria

O Céu, para eu aqui ficar

 

Trabalhando, suando

E derramando sangue?

Eu teria uma burrice

Muito, muito grande,

 

Para trocar sim, o Céu

Por esta Terra repleta

De crimes e crueldade,

Isso para um Poeta,

 

É uma grande burrice.

Por isso não ensino não,

O caminho do Céu,

Mas mostro aos irmãos

 

Que vale a pena fazer

O bem aqui na Terra,

Sobretudo em meu

Apreciado pé de serra

 

Titulado Bananeiras.

Ora, como eu vou sim,

Ensinar um caminho

Que faz medo até a mim?

 

Qual seria meu interesse

De ensinar uma trilha

Que eu tenho medo sim,

E não almejo a Família

 

Por ela passar na boa?

Ora, isso não é ilusão?

Não seria uma busca

De regalia e ostentação

 

Para a minha vida ser

Ditosa aqui na Terra,

Mormente em meu

Amado pé de serra?

 

Ora, vamos viver aqui

Até o Tempo dar vida.

Por isso procuro amar

De alma a D. Marisa.

 

Mário Querino – Poeta de Deus

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