Ora, um filho amado
Pelos seus pais fazia
Coisas desonestas,
Que ele não deveria
Fazer isso com o pai.
Então, o tempo foi
Passando sim, e ele
Intuiu isso depois,
Que seu pai tinha
Percebido sim isso,
Todavia, já viciado,
Continuou no vício.
Daí o seu pai ficou
Muito contrariado,
Pois fazia de tudo
Em prol do amado
Filho, para lhe ver
Muito feliz no viver.
Mas o filho era sim
Desonesto. Fazer
O que, para falar
Com o filho assim,
Inconveniente?
Ora, só sei de mim,
E a desonestidade
Odeia-me, por que
Eu não lhe aceito
Aqui em meu viver.
Daí o seu pai teve
Brilhante ideia sim.
Qual ideia do pai?
Tintim por tintim
O pai deixou seu
Filho sim na boa.
Daí ele foi andar,
Sem dúvida, à-toa
Por algum tempo.
O pai não mandou
O filho fazer nada,
Assim o pai atuou
Para ficar em paz.
Tudo veio à tona
E o pai compelido,
Disfarçado sonda
Todo o movimento
E intui que na vida
Sempre isso incide
Em Família querida.
Como chamar o filho
A atenção e mostrar
Que desonestidade
Não leva não, a lugar
Nenhum? Para quem
Pratica sim esse ato,
Ainda que tenha sim
Um valor muito alto
Vindo sim desonesto,
Virá um tempo que
Tudo será revelado,
Até antes de morrer
Mas tudo bem. Quer
Persistir desonesto?
Continue numa boa
Tudo neste Universo,
Pois ainda achando
Que é dono disso
Que a vida constrói,
Verá o seu sacrifício
Durante a vida aqui
No Planeta Terra,
Sobretudo em meu
Amado pé de serra
Titulado Bananeiras,
Onde tudo isso será
Sim menosprezado.
Então, pra que ficar
Com desonestidade?
Ora, o pai honesto,
Depois chamou sim,
Seu filho para perto
E apontou tudo sim
Pra vida no Universo
Não perder não, seu
Fundamental crédito.
Então, eu pergunto:
A desonestidade vai
Alegrar gente neste
Festivo Dia dos Pais?
Mário Querino – Poeta de
Deus

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