Ora, ontem, foi domingo,
E eu estive sim, na Sede
Do Distrito de Bananeiras,
Hoje, segunda-feira, segue
A jornada nesta Chácara
Intitulada Santa Maria,
Recinto onde vivemos
Com paz, amor, alegria,
Fé, encanto e gratidão.
Por isso agora eu redijo
Esta singela poesia sim,
Para amigas e amigos.
Lá na Sede do Distrito
Fiquei apreciando algo
Que na praça tinha
Para o povo animado
Comprar e comer bem.
Ora, logo me veio sim,
Uma ótima inspiração,
Pois a Musa para mim
Apresentou a palavra
Poética, somente a fim
De eu então redigir
Tudo, tintim por tintim.
Daí eu tirei um retrato
Para ilustrar o texto
Que escrevo agora,
Com fé e muito apreço.
Ora, lá na praça teve
Barraca para o povo
Comprar o que comer,
É óbvio, bolo gostoso.
Então, toda noite eu
Vou, porque há Missa
Sim, das 19 horas até
Quando o Padre fica.
Ora, como a D. Marisa
Vai participar da Missa,
Quando tudo termina,
Ela na casa da mãe fica
Esperando-me até eu
Lá chegar, da Chácara
Santa Maria, com paz,
Fé, amor, ledice, graça
E, sobretudo gratidão.
Porque a minha vida,
Somente tem sentido
Por causa de D. Marisa,
Mulher que me tirou
Do fundo de um poço
Que eliminaria minha
Vida ou ficaria louco
Para sempre no Orbe,
Mas a D. Marisa tirou
Um Raio-X do coração,
Viu entupido de amor,
Paz, contentamento,
Gratidão, fidelidade
E, sobretudo, muita
Muita fé e felicidade.
Por isso eu lhe trago
Neste terno coração
Que existe sim dentro
De meu corpo. E não
É por uma forçada fé
Que eu amo D. Marisa,
Mas sim, porque ela
É tudo na minha vida,
Quer dizer, até aqui,
Porque o Orbe Terra
Dá muitas voltas sim,
E o meu pé de serra
Não é diferente, ele dá
Também muitas voltas,
Por isso a minha alma
Em D. Marisa aposta
Somente até aqui, mas
No dia de amanhã, eu
Redijo outra história,
Determinada por Deus.
Tudo bem, eu cheguei
Até aqui feliz da vida
Ao lado desta Mulher
Intitulada D. Marisa.
Varoa que vai à Missa
Com fé em Deus sim,
Pois ela pede benção
Ao Senhor para mim,
Para seus filhos, noras
E netos, sem esquecer
De pedir o melhor pra
Todos, até para você
Que está vendo a foto
E lendo este texto sim,
Que a Musa inspirou
Tintim por tintim
Para eu então, redigir
Voluntariamente sim,
E todo mudo ler feliz
Se lembrando de mim,
Pensando no passado
Quando me viu louco,
Sem mais expectativa,
No fundo de um poço,
Lugar difícil pra chegar
Alguém de fé, só a fim
De me resgatar na boa
Sem exigir algo de mim.
Daí surgiu essa jovem
Intitulada Maria José,
Com o seu coração
Entupido de amor e fé
Em Deus, para me ver
Sofrendo ali no fundo
Do poço, recinto que
Ninguém deste Mundo
Ousou estender a mão
Para eu pegá-la e sair
Desse vil sofrimento.
Mas a jovem ao sentir
A minha tamanha dor,
Pulou dentro do poço
Para morrer comigo,
Com fé, amor e gosto
Próprio. É por isso que
Eu cuido muito bem
Desta querida Mulher
Que hoje em dia, tem
O Título de D. Marisa
Mulher que eu amo
De alma e de coração,
Por isso eu lhe chamo
Com toda alacridade
De amor, bem, paixão,
Querida e sim, dona
Do meu terno coração.
Mário Querino – Poeta de Deus


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