Ora, quando a gente
Vai fazer um serviço
Para alguém, é bom
Evitar sim esperdício,
Porque isso só causa
Perda de dinheiro.
Ora, eu sendo aqui
Com ledice, Pedreiro,
Faço de tudo só pra
Não ver não, dano
Na Obra que eu faço
No cantinho baiano
Titulado Pindobaçu
Onde fica o Distrito
De Bananeiras, lugar
Onde eu nasci e fico
Feliz com D. Marisa
Na Chácara Santa
Maria, recinto onde
As minhas plantas
Que deixam ditosos
Os amigos e amigas
Que vêm sim visitar
O Mário e D. Marisa.
Então o profissional,
Tem o compromisso
Ao assumir a Obra
E impedir esperdício.
Por que, ó Querino?
Porque o Patrão quer
Seu trabalho legal,
Porque lícito isso é.
Neste meu achismo,
Vejo que isso faz bem
Para o Patrão e todos
Que ralam também.
Ora, hoje em dia, não
É mais tempo de ficar
Perdendo dinheiro,
Por não querer ralar.
Então, eu não gosto
De ficar enrolando,
Deixando meu labor
E ficar conversando.
Porque eu sou louco,
Porém, intuo que eu
Devo dar produção
Durante o labor meu.
Alguém pode inquirir:
“Quem aguenta ralar
O dia todo sem poder
Parar pra descansar?”
Ora, quando alguém
Vai ganhar dinheiro,
Toda hora vai mijar
E cagar no banheiro.
Porém, quando está
Pagando um Mestre,
Não vai mijar, cagar
E nem usar Internet.
Por que, ó Querino?
Porque dá sim, valor
Ao trabalho que faz,
Através do trabalhador.
Então, em meu ponto
De vista, quem enrola,
Deve ser enrolado pelo
Mestre que fica horas
Trabalhando durante
O dia, até ir pra casa.
Ora, hoje, eu inquiro:
Não acha coisa errada,
Não querer trabalhar
Quando é pra receber,
Mas quando contrata,
Fica nervoso ao ver
O profissional parado?
Se enrola os outros,
Não deve achar ruim
Se outro com gosto
Não quiser trabalhar.
Ora, ninguém deve
Cobrar algo que não
Faz também. Segue
Trabalhando na boa,
Que outros vão sim,
Trabalhar para você
Bem felizes até o fim
Mário Querino – Porta de Deus

Nenhum comentário:
Postar um comentário