A Musa, hoje, inspira
Dentro da realidade
Que a gente agora já
Vive sim, em verdade,
Em verdade no Orbe
Intitulado Terra,
Sobretudo em meu
Querido pé de serra
Titulado Bananeiras
Onde fica a Chácara
Santa Maria, recinto
Onde tenho a graça
De auferir da Musa
A Palavra voluntária,
Para eu passar sim
Na hora necessária,
Para os meus ternos
Parentes, patrícios,
E amigos também,
Sobretudo do Distrito
Titulado Bananeiras
Onde nasci, cresci
E fico muito ditoso
Quando vejo daqui
Uma pessoa famosa
Que usa seu talento
Para vencer na vida
Entre sofrimentos,
Sem olvidar da sua
Simplicidade. Ora,
Isso a Musa inspira
A mim nesta hora.
Pois ela não é não,
Fã de ninguém aqui
No Planeta Terra,
Onde eu muito sofri,
Porém, não precisei
Ser ainda desonesto,
Nem ainda eu penso
Ser, pois o sucesso
De quem no Planeta
Intitulado Terra,
Sobretudo em meu
Amado pé de serra,
Vem sim, é de Deus.
Todavia, para isso vir,
É preciso trabalhar
Com fé e amor aqui
Neste vasto Planeta
Onde o Senhor Deus
Determinou desde
Quando desobedeceu
O Homem intitulado
Adão. Daí Deus falou
Para o Homem Adão
Que Ele ditoso criou:
“Você vai ter de comer
O pão com o suor do rosto,
Até voltar para o solo
Do qual foi tirado.” Posto
Diante de Adão disse:
“Você é pó, e ao pó há
De voltar.” Então, eu
Não devo conquistar
Nada sem meu labor,
Para ganhar em troca
O dinheiro necessário,
Ao oposto, não gosta
A Musa que inspira
Este Poeta voluntário
Que é conhecido aqui
Na Terra como Mário,
Da linhagem Querino,
Filho sim, de Gildete
E Antônio Pereira.
Ora, hoje, a Internet
Ficará muito ditosa
Com este meu relato,
Pois a Musa inspira
Muito alegre, de fato.
Ora, por isso eu não
Sou fã de ninguém,
Eu amo a todos sim,
Que lutam pelos bens
Que já conquistaram
Entre sofrimentos
E muitas dores sim,
Até este bom tempo
Em que a gente vive.
Então, amar pra mim
É ser mais que fã,
Quer dizer, eu assim
Penso hoje em dia,
Todavia, cada qual
Tem a sua maneira
De agir, e é normal
Alguém pensar sim,
Inteiramente fora
Do meu tipo de vida,
Isso aprendi outrora.
Então, eu não sou fã
De ninguém, eu amo
A todos sem acepção,
Sobretudo os baianos
Que conseguem algo
Com honestidade
E trabalho desde sua
Sofrida mocidade.
Porque não viso não,
Uma pessoa amiga,
Só depois que ela
Já é famosa na vida,
Pois o meu coração
Tem amor profundo
E dá valor a quem
Sofre neste Mundo
E dá uma volta sim
Por cima, sem usar
A má fé, e conquista
Sem deixar de ralar.
Deus fez o Homem
E pela desobediência,
Deus lhe determina
Com toda veemência:
“Você vai ter de comer
O pão com o suor do rosto,
Até voltar para o solo
Do qual foi tirado.” Posto
Diante de Adão disse:
“Você é pó, e ao pó há
De voltar.” Assim, eu
Já aprendi neste lugar
Intitulado Bananeiras
Onde eu nasci, cresci
E vivo ditoso da vida
Com a Mulher que vi
E amo sim, até agora.
Por isso lhe chamo
De querida e paixão
No cantinho baiano
Intitulado Pindobaçu
Onde fica Bananeiras,
Lugar onde feliz fico
A minha vida inteira
Ao lado desta Mulher
Intitulada D. Marisa,
Mulher que cuida sim,
Da minha boa vida.
Que depois da loucura,
Deus restaurou sim,
Meu encéfalo, e envia
Com amor para mim
Esta Musa inspiradora,
Somente a fim de eu
Redigir poeticamente
Em nome deste Deus
Que criou céus, Terra
E tudo que neles há.
Então, eu não preciso
Ser fã, devo, é amar...
Mário Querino – Poeta de
Deus

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