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terça-feira, 3 de novembro de 2026

NÃO É BOM CONFIAR NA MENTE, SE VIER O CIÚME A GENTE FICA DOENTE


 


Eu quero hoje, fazer

Um relato essencial

Pra mostrar a todos

Que a força mental

 

Pode fazer a gente

Pensar, ver e atuar,

Mesmo sem existir

Algo, pode enxergar.

 

Ora, D. Marisa ficou

Preocupada ao ver

O nosso pé de licuri  

Que eu com prazer

 

Já cuido bem dele,

Pois eu plantei sim,

E tem um metro

De altura. Pra mim

 

Ele é uma árvore  

Típica e traz alegria

Pra gente na chácara

Titulada Santa Maria.

 

Por que, ó Querino,

D. Marisa ficou sim  

Preocupada aqui?

Ora, ela disse a mim

 

Que teria um bicho

Tentando arrancar

O nosso pé de licuri,

Eu fui com o celular

 

Para fotografar sim,

O animal que ali

Estava arrancando

O nosso pé de licuri.

 

Porém, quando lá

Eu cheguei, nada vi

Arrancando o nosso

Amado pé de licuri.

 

Mas não deixei não,

De analisar tudo

Tintim por tintim.

Daí eu fiz o Estudo   

 

De tudo que havia

Ao redor, e intuí

Que era uma palha

Seca no pé de licuri.

 

E como estava sim,

Passando um vento

Na chácara titulada

Santa Maria. Penso

 

Que D. Marisa teve

Ciúme do pé de licuri,

E viu que um bicho

Já arrancava ele dali.

 

A D. Marisa estava

Almoçando na boa,

No alpendre da casa.

Como fica sim, à-toa   

 

Uma mente! A gente

Vê até algo que não

Existe. É por isso que

O ciúme tem visão

 

E nos deixa loucos,

Vendo coisa que não

Existe na realidade,

Isso é uma alienação.

 

Agora, eu pergunto:

Quem viu Moisés

Abrindo aquele Mar,

E o povo passar a pé?

 

Ora, para mim é sim,

Inteligência Artificial

Que já existia na Era

De Moisés. Não é real

 

Essa abertura do Mar,

Mas pela fé a gente

Acha que é e achará

Até o fim. A mente

 

Já está inteiramente

Educada para confiar.

Na minha concepção,

Não dá para acreditar.

 

Por que, ó Querino?

Vejo a Bíblia relatar

Que um vento forte

Fez o Mar se afastar.

 

Agora, eu pergunto:

Ora, um forte vento,

A ponto de afastar

O Rio Aipim, penso

 

Que não ficará não,

Nenhuma casa aqui,

Neste bom Distrito

De Bananeiras, e ali

 

No Mar Vermelho,

Ficaria esse povo,

Diante desse vento

Tão forte? De novo

 

Eu pergunto: Ora,

Se o vento afastou

O Mar Vermelho,

E nada ali carregou?

 

Pensa bem nisso:  

Qual cidade já ficou

Intacta depois que  

Um vento passou,

 

Claro, vento forte?

Então, sou louco,

Mas tenho a noção,

Para ler com gosto,

 

Contudo, achando

Que essa historia já

Tem a Inteligência

Artificial. Pois o Mar  

 

Se afastar pela força

Do vento, e o povo

Com seus animais

Ficar, acho de novo

 

Que foi Inteligência

Artificial, se quiser

Achar, ache, se não,

Continue com sua fé.

 

Assim, já é a pessoa

Que ciuma de outra,

Vê coisa que o Diabo

Duvida. Pois é louca

 

A mente que bota

Na cabeça que algo

Está acontecendo,

E tudo é inventado

 

Perante um normal,

Sobretudo Psicólogo

Ou um Psiquiatra,

Porém, procura logo

 

Gente que a mente

Idealizou o ciúme,

A inveja e a paixão,

Mas isso é costume

 

Ou sim, hereditário.  

Ora, um pai que tem

Ciúme o filho pode

Ter ciúme também.

 

Uma mãe ciumenta,

A tendência de sua

Filha é ter o ciúme,

E seu marido na rua

 

Com seus amigos,

Isso faz com que ela

Provoque uma briga,

Coisa da cabeça dela.

 

Pois o seu encéfalo

Tem grande poder,

Para fazer os olhos

Veem sem nada ter.

 

Assim, a D. Marisa

Viu o pé de licuri

Já sendo arrancado,

E logo me fez sim, ir

 

Ver esse bicho que

Estava mexendo ali,

A fim de arrancar

Nosso pé de licuri.

 

Quando cheguei lá,

Era uma palha seca

Vibrada por vento,

Foi coisa da cabeça.

 

Ora, não devemos

Confiar na mente,

Pois se o ciúme vier

A gente fica doente.

 

Mário Querino – Poeta de Deus   


Mário Querino 03/11/2026



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