sábado, 17 de janeiro de 2026

O MEU BOM AMIGO, AMIGO DE INFÂNCIA


 




Ora, hoje, fui à Sede

Do amado Distrito

Titulado Bananeiras,

Onde já tenho visto

 

O meu bom amigo,

Amigo de infância.

E hoje à tardezinha

Fui com esperança

 

De eu lhe encontrar

Em sua casa, pra eu

Fotografar-lhe e ele

Se lembrar de seus

 

12 anos de idade,

Quando fez o papel

De índio no desfile

E hoje, o Pai do Céu

 

Já permitiu eu ir sim,

Até a sua casa feliz,

Que fica no Distrito,

Cantinho deste País

 

Titulado Brasil sim.

Então, hoje, depois

De 60 anos de idade

A minha alegria foi

 

Muito grande aqui,

Pois fui fotografar

Gilberto Alves que

Ainda neste lugar

 

Vive sim contente.

Por isso eu fui sim

Tirar uma boa foto

Dele junto de mim,

 

Pois Gilberto Alves

(Preto da Maninha)

Faz eu me lembrar

Da infância minha,

 


Quer dizer, dos 12

Anos de idade sim,

Quando fiz o papel

Tintim por tintim

 

De Dom Pedro I.

Agora, eu já relato

Este bom encontro

Que tirei o retrato

 

Na casa de Gilberto

Alves, ao meu lado.

Ora, faz voltarmos

Ao nosso passado,

 

Quer dizer, tempo

De nossa infância.

Por isso é sim bom

Trazer lembranças

 

Dentro do coração,

Lembranças que eu

Nunca vou olvidar

Neste cantinho meu,

 

Cantinho do coração

Titulado Bananeiras,

Onde nasci, cresci

E fico a vida inteira

 

Com esta Mulher

Intitulada D. Marisa,

Mulher que cuida

Bem da minha vida

 

Até aqui, e espero

Que ela cuide sim,

Com amor e ledice

Hoje e até ao fim.

 

Mário Querino – Poeta de Deus 


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