Alguém me inquiriu:
“Já bebeste cachaça?”
Ora, o que eu objetei,
Com regozijo e graça?
Simplesmente isso:
Ora, já bibi cachaça,
Só não fiquei bêbado
Pra não tirar a graça
E prazer de participar
De uma famosa festa.
Pois eu acho burrice,
Passar a noite nessa
Festa deitado à-toa
Numa calçada, sem
Mais nenhum sentido.
Então, esta vida tem
Muitas coisas boas
Pra nos ofertar aqui
No Planeta Terra,
Onde eu nasci, cresci
Para viver tranquilo,
E se beber cachaça
Demasiadamente,
A vida perde a graça
Até mesmo de viver.
Como eu amo a vida
Que tenho até aqui
Ao lado de D. Marisa,
Procuro evitar beber
Cachaça no Orbe Terra,
Mormente em meu
Amado pé de serra
Onde eu nasci, cresci
E estou vivendo bem,
Sem beber cachaça,
Pois penso também:
Eu passo o dia na lida
Com um sol ardente,
Para ganhar R$ 81,00,
Ora, isso para a gente
É falta de noção sim,
No final de semana
Beber cerveja, agora
Com a pouca grana
Que eu diariamente
Ganho neste lugar.
Então, beber não faz
Mal, se não abusar.
Porque tudo demais
É pecado, e sendo
Pecado eu evito sim,
De ficar embriagado,
A não ser, de amor.
Ora, a cachaça tira
Os planos da pessoa
Sim, que se inspira
E almeja viver bem
Neste Planeta Terra,
Sobretudo em meu
Amado pé de serra
Titulado Bananeiras
Onde ditoso da vida
Atualmente eu sou
Ao lado de D. Marisa.
Mas não sou contra
Quem bebe cachaça,
É uma escolha sim,
Que lhe traz a graça
Entre seus amigos,
Agora, eu que não
Vou não, trabalhar
E pegar meu tostão
E trocar por cerveja,
Algo que tira meus
Planos de melhoria
Com o Senhor Deus
E também a Mulher
Da minha vida,
Que amo de coração
É Claro, a D. Marisa.
Mário Querino – Poeta de Deus

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