Ora, a Natureza nos
Faz ficar com medo,
Sobretudo da chuva
Que cai agora cedo.
De fato, é trovoada
Com relâmpagos,
Trovões, vento e água.
Então, eu neste canto
Fico ouvindo e vendo
Tudo que a Natureza
Fala e está realizando
Agora, com certeza.
Ora, a gente se acha
Forte e corajoso
Na face desta Terra,
É óbvio, entre o povo,
E quando a Natureza
Age, se caga de medo.
Pois uma trovoada
Desta sim vindo cedo,
Tira a gente da cama
Para ficar atento
E com muito medo
Dos raios e do vento.
Mas até agora às 4
Horas e 7 minutos,
Eu só estou vendo
E também só escuto
A Natureza agindo
E falando por meio
De trovões agora,
Ainda cedinho. Creio
Que Deus é cônscio
E controla tudo isso
Aqui em Pindobaçu,
Sobretudo no Distrito
De Bananeiras, lugar
Onde fico com alegria
Ao lado de D. Marisa
Na Chácara Santa Maria.
A Natureza faz a sua
Parte, eu com papel
E caneta uma poesia
Faço pro dono do Céu,
Da Terra e de tudo
Que neles há. Por isso,
Ainda com medo
Estou bem no Distrito
De Bananeiras onde
Eu nasci, cresci e vivo
Ditoso com D. Marisa
Até aqui, no paraíso,
Com muito respeito
À Natureza. Por isso
Não liguei o computador,
Com medo do corisco.
Pois aprendi de mãe,
Dedé: “Quando estiver
Caindo uma trovoada
Fique atento e com fé
Em Deus, pois tudo
Pode incidir quando
Cai uma trovoada
No cantinho baiano
Titulado Bananeiras,
Nosso bom lugarejo
Onde vivemos sendo
Sim, bons sertanejos.”
Ora, quando a chuva
Passar com o vento,
Relâmpagos e trovões,
Chega o momento
Sim do computador,
E digitar tudo que eu
Escrevi num caderno
Como Poeta de Deus.
Após é só eu enviar
Para todo mundo,
Com prazer, regozijo,
Fé e amor profundo.
Mário Querino – Poeta de Deus

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