Ora, alguém inquiriu:
“Por que Mercado
Perde bom freguês?”
Como eu já baseado
Na realidade objetei?
Intuindo há 50 anos,
E avaliando até aqui
O Mercado baiano,
Descobri pelo olhar
Ocular, após a geral
Análise, eu pude ver
O desonesto e mau
Negócio entre sim,
Vários mercados.
Pois o freguês faz
Compra e é obrigado
Engolir a mercadoria
Para evitar confusão.
Como assim, Querino?
Ora, com satisfação
Um freguês compra
A mercadoria pura,
E ao receber, nota
Que já tem mistura.
Não sei a intenção,
Mas a mistura vem.
O freguês não indo
Reivindicar, isso tem
Aumentado muito
Em nosso Comércio,
A ponto de acrescer
Com muito sucesso.
Ora, o Comerciante
Não sabe que, ele
Está afastando sim,
O freguês da Loja dele.
Pois um freguês que
É inteligente, sabido
E tem noção em algo,
Ficará constrangido,
Porém, não vai não,
Fazer barraco na Loja,
Simplesmente, ele
Pega com fé e dobra
O tanto da mistura,
Depois usa com mais
Segurança, ainda sem
Ser puro os materiais.
Ora, simplesmente,
Não vai mais obter
O produto da Loja,
Sem precisar fazer
Barraco lá na porta
Da Loja. Pois freguês
Inteligente e sabido,
Nunca barraco fez
Na porta de uma Loja,
Simplesmente, ele
Não comprará não,
Nessa Loja, aquele
Produto misturado,
Sendo sim, preciso,
O freguês usa para
Não tomar prejuízo
Elevado. Ora, quem
Achar que vai ter
Muito lucro assim,
A tendência é ver
A sua Loja ficando
Vazia, e com razão.
Pois, desonestidade
É algo ilícito, irmão,
A ponto de a gente
Ficar sem crédito.
Então, venda o seu
Artigo com sucesso,
Pois assim, terá sua
Loja cheia de bons
Fregueses. Por que
Negociar é um dom
Dado por Deus aqui
No Planeta Terra,
Mormente em meu
Amado pé de serra
Titulado Pindobaçu
Onde fica o Distrito
De Bananeiras, lugar
Onde eu acho bonito
Comerciante justo,
E que não engana
Os seus fregueses
Nem visa só à grana.
Mário Querino – Poeta de
Deus

Nenhum comentário:
Postar um comentário