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sexta-feira, 24 de julho de 2026

QUAL FUTURO DE UM COMERCIANTE QUE ENGANA OS FREGUESES?

 


 

Mário Querino 24/07/2026

Ora, alguém inquiriu:

“Por que Mercado

Perde bom freguês?”

Como eu já baseado

 

Na realidade objetei?

Intuindo há 50 anos,

E avaliando até aqui

O Mercado baiano,

 

Descobri pelo olhar

Ocular, após a geral

Análise, eu pude ver

O desonesto e mau

 

Negócio entre sim,

Vários mercados.

Pois o freguês faz

Compra e é obrigado

 

Engolir a mercadoria

Para evitar confusão.

Como assim, Querino?

Ora, com satisfação

 

Um freguês compra

A mercadoria pura,

E ao receber, nota

Que já tem mistura.

 

Não sei a intenção,

Mas a mistura vem.

O freguês não indo

Reivindicar, isso tem

 

Aumentado muito

Em nosso Comércio,

A ponto de acrescer

Com muito sucesso.

 

Ora, o Comerciante

Não sabe que, ele

Está afastando sim,

O freguês da Loja dele.

 

Pois um freguês que

É inteligente, sabido

E tem noção em algo,

Ficará constrangido,

 

Porém, não vai não,

Fazer barraco na Loja,

Simplesmente, ele

Pega com fé e dobra

 

O tanto da mistura,

Depois usa com mais

Segurança, ainda sem

Ser puro os materiais.

 

Ora, simplesmente,

Não vai mais obter

O produto da Loja,

Sem precisar fazer

 

Barraco lá na porta

Da Loja. Pois freguês

Inteligente e sabido,

Nunca barraco fez

 

Na porta de uma Loja,

Simplesmente, ele

Não comprará não,

Nessa Loja, aquele

 

Produto misturado,

Sendo sim, preciso,

O freguês usa para

Não tomar prejuízo

 

Elevado. Ora, quem

Achar que vai ter

Muito lucro assim,

A tendência é ver

 

A sua Loja ficando

Vazia, e com razão.

Pois, desonestidade

É algo ilícito, irmão,

 

A ponto de a gente

Ficar sem crédito.

Então, venda o seu

Artigo com sucesso,

 

Pois assim, terá sua

Loja cheia de bons

Fregueses. Por que

Negociar é um dom

 

Dado por Deus aqui

No Planeta Terra,

Mormente em meu

Amado pé de serra

 

Titulado Pindobaçu

Onde fica o Distrito

De Bananeiras, lugar

Onde eu acho bonito

 

Comerciante justo,

E que não engana

Os seus fregueses

Nem visa só à grana.

 

Mário Querino – Poeta de Deus

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