Minha querida sogra
Carregou a D. Marisa
9 meses, até cansada,
Dentro de sua barriga.
Depois passou noites
Sem poder dormir,
Ouvindo a D. Marisa
Chorando por sentir
Vontade de mamar.
Assim, minha sogra
Criou sim D. Marisa,
Pobre desde nova.
Quando a D. Marisa
Já tinha uns 15 anos,
Minha sogra veio
Pro cantinho baiano
Titulado Bananeiras
Onde nasci e cresci,
Graças ao Senhor
Deus, que eu lhe vi
Ainda garotinha sim,
Com a boa ideologia,
A ponto de me amar
Com prazer e alegria.
Meus sogros foram
Passear em Goiás,
E minha sogra viu
Cadernos demais,
Lembrou-se de mim,
A ponto de trazer
2 pra me presentear
Com gosto e prazer.
Então, D. Marisa foi
Visitar seus pais sim,
Pois chegaram ontem,
E sua mãe para mim
Trouxe 2 cadernos
Bons e muito bonitos
E dá pra eu escrever
Poesias no Distrito
Titulado Bananeiras
Onde fica a Chácara
Santa Maria, lugar
Onde tenho a graça
De existir satisfeito.
Ora, foi o segundo
Presente da sogra
Que neste Mundo
Dela eu ganhei sim,
Porque o primeiro
Foi a sua amada filha
De amor verdadeiro,
Pra eu tê-la ao lado
E seguir minha trilha
Com prazer e ditosa,
Então, amo sua filha
Por exibir esse amor
Romântico, sensível
E muito apaixonado,
Este amor é incrível
E está sendo forte
E sagrado por Deus.
Por isso construí um
Paraíso do gosto seu.
Minha sogra provou
Que eu sou terno
Escritor de poesias,
Trazendo 2 cadernos
Do Estado de Goiás.
Ora, foi o segundo
Presente especial
Que recebi no Mundo,
Vindo de minha sogra,
Porque o primeiro foi
A sua filha que é para
Mim hoje e depois
Tudo que eu preciso
Pra eu viver na boa,
Com prazer e júbilo
Entre essas pessoas.
E por tudo, obrigado,
Ó sogra D. Altamira,
Que agora já é aqui
Intitulada D. Mira.
Quando não der não,
Pra usar computador,
Os cadernos trazem
A mim grande valor.
Então, é a segunda
Dádiva que a sogra
Deu para mim ontem,
E sua filha amorosa
Foi sim, o primeiro
Presente que auferi
Da minha boa sogra
Pra eu ser feliz aqui
Neste vasto Planeta
Intitulado Terra,
Mormente neste
Amado pé de serra
Onde fica Pindobaçu
E meu bom Distrito
Titulado Bananeiras
Onde eu sempre fico
Ao lado da Mulher
Que D. Altamira deu
De presente a mim,
Graças dou a Deus,
Por ter auferido sim
Presente tão caro,
Como a minha sogra
Deu-me, isso é raro,
Pois o próprio Deus
Criador dos céus,
Terra e de tudo que
Neles há, é sim fiel
Em dizer: “O que acha
Uma Esposa acha o bem
E alcançou a benevolência
Do Senhor,” Por isso vem
Até a mim a graça sim
Do meu Senhor Deus,
Que preparou a Jovem
E com carinho me deu.
Ora até aqui vai indo
Muito bem a vida
Que me leva ao lado
Da Mulher, D. Marisa.
Mário Querino – Poeta de
Deus


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