Ora, em um lugar
Um profissional
Era sim estimado
Sim pelo pessoal
Que cria na obra
Que ele ali fazia
Com fé, contente
E sim, com alegria.
Daí se envolveu
Com vil aventura,
A ponto de perder
Crédito e postura
De bom operário.
Daí em diante cada
Dia pior na firma
E sim, em sua casa.
Por essa vil razão
A coisa ficou sem
Sentido pro Chefe
E colegas também.
Mas o que fazer?
Ora, o único jeito
É deixá-lo à-toa
E mais insatisfeito
No setor de serviço,
A ponto de sentir
O deprecio e atuar
Logo ao se corrigir,
Fazer o melhor sim,
Deixar de acha que
O ruim é seu Chefe
Que procura fazer
O melhor pra firma.
Não há coisa pior
Do que empregado
Sem ter ao redor
Colegas de trabalho.
Por que, ó Querino?
Por faltar produção
E viver destruindo
O relacionamento
Entre outros sim.
Daí toma prejuízo,
O Chefe acha ruim.
Ora, não quer ser
Mais da Empresa,
Por que complicar?
Põe sobre a mesa
A Carta de Isenção
Como bom servidor,
E deixa o trabalho
Que tanto ajudou
Chegar até aqui sim
Com os bens que já
Adquiriu por meio
Do trabalho. Será
A melhor forma sim,
De o Chefe não ter
Essa dor de cabeça
Por causa de você.
Então seja cônscio,
Não está mais a fim
De servir à firma,
Faça igual a mim
Quando eu ainda
Era moço boêmio:
Pedi as contas sim,
E não me arrependo.
Por que, ó Querino?
Porque eu não quis
Mais ficar na firma,
Se ficasse seria infeliz
E daria prejuízo sim
Ao meu patrão.
Pois ganharia grana
Sem dar produção.
Mário Querino – Poeta de
Deus

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