Alguém me inquiriu:
“Tu admites Guerra?”
Ora, o que objetar
Como filho da Terra?
Obviamente só isso:
Não. Porque acho
Uma destruição sem
Sentido dum espaço.
Por que, ó Querino?
Pois se eu fosse sim,
Poderoso Presidente,
E outro contra mim,
A ponto de combater,
Não mandaria lançar
Bomba “Inteligente”
Pra destruir e matar
Gente que não tem
Nada a ver. Se a briga
É dos presidentes,
Por que acabar vidas
Inocentes? Suor sim,
E sangue também,
O povo derrama pra
Conseguir os bens,
E tudo ser acabado
Por um Presidente
Que briga por nada,
Nada é para sempre.
Então, eu sendo sim,
Presidente na Terra,
Que tem um poder
De derruir até serra,
Não faria isso não:
Jogar bomba sobre
Uma cidade ou país,
Pegava quem pôde
Ofender-me, a ponto
De eu querer brigar,
O meu inimigo é ele,
E não, quem já está
Trabalhando para
Construir a cidade,
Com suor e sangue.
Então, em verdade,
Se eu fosse brigar
Aqui com alguém,
Não feriria a todos
De sua Família, nem
Outros concidadãos.
O problema é o cara,
A minha ira resolvo
Com ele. Briga clara,
A ponto dessa gente
Dar-me razão ou não.
Mas atingir a todos
É uma falta de noção.
A pessoa inteligente
Não destrói Nação
Que tem 500 anos
De Cultura e Religião,
Costumes e mais
Algo entre o povo.
Então, destruir pra
Construir de novo,
Eu acho algo sem
Noção, inteligência
E principalmente
Sem competência.
Pois destruir o país
Somente por se irar
Contra outro Líder,
Onde a noção está?
Mário Querino – Poeta de
Deus

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