Quando eu era moço
Iludia-me com tudo.
Daí apareceu alguém
Que atrofiou o Estudo
Que eu tanto gostava
De fazer, para eu ter
Um futuro melhor,
E contente eu viver.
Então, sendo iludido,
Fiquei desnorteado,
A ponto de sair a pé
De juízo perturbado.
Ora, não foi fácil não,
Atravessar o mundo
Da loucura até achar
Paz e amor profundo,
O que até hoje, eu
Estou sim sendo fiel,
Quem encontra dê
Graças ao Pai do Céu.
Atravessar o mundo
Da loucura e chegar
Aqui pisando fundo,
Vou agora te falar:
Não é pra todos não.
Agora, não me iludo
Com nada nesta vida,
Eu não tenho tudo,
Mas o que eu tenho
É motivo pra eu dá
Graças a Deus sim,
Que sempre está
Orientando a alma
Nesta minha Terra,
Sobretudo neste
Amado pé de serra
Titulado Bananeiras
Onde nasci, cresci
E por alguém, sem
Dúvida, eu me iludi.
Porém, hoje em dia,
Não me iludo não,
Por nada nesta vida,
E tenho sim razão.
Mário Querino – Poeta de Deus

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