O sol estava ardente
E eu precisei sair,
Porque sou obrigado
Ainda trabalhar aqui.
Mas a minha Profissão
Não combina com chuva,
Pois sou um Pedreiro
E vale o sol, sem dúvida.
Porém, quando a gente
Trabalha com amor,
Encara o sol numa boa,
Agradecendo ao Senhor.
Por isso alegre eu digo:
Velozmente o dia se foi
E a noite chegou sim,
Já entupindo nós dois
De paz, amor e carinho,
Eu digo, eu e D. Marisa.
Daí me esqueci do calor
Do sol durante a lida,
Pois o calor da Mulher
Superou o sol ardente,
Que me queimou sim
Durante o dia quente.
Agora, D. Marisa canta,
Louvando sim a Deus,
Por ter um cara assim,
E esse cara sou eu:
“Quando a gente ama
A Profissão que tem,
A gente faz com prazer
E com alegria também.
Por isso eu escolhi sim,
O cara do meu gosto,
O cara que trabalha
Aqui feito um louco,
Só para me ver ditosa,
E contente com a vida,
Por isso Deus me deu
Esse cara que lida
Com amor e satisfação.
Ora, um cara como ele
Não tem bem melhor,
Por isso eu gosto dele
De toda a minha alma,
Eu sem esse cara aqui
Não sei o que seria não
Da minha vida.” Ora, ri
Ouvindo D. Marisa sim,
Cantando esta canção,
Elogiando muito bem
A minha boa Profissão.
Pois foi através desta
Profissão do querido,
Que ela conseguiu sim,
O seu próprio paraíso.
Mário Querino – Poeta de
Deus

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