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Eu parei um momento
E comecei a pensar:
Por que derribar uma árvore
A Justiça faz pagar?
A árvore não tem alma
E serve para utilidade nossa,
Não devemos cortar à toa,
Mas precisamos fazer a roça.
E para que a roça aconteça,
Temos que derribar.
Deus sabe da intenção
Do lavrador que precisa cortar
Uma árvore de muitos anos.
Isso a Justiça ambiental
Considera um ato criminoso
E pune o lavrador por esse mal.
Agora eu pergunto assim:
Por que quando o lavrador
Corta uma árvore sem alma,
Ele paga um alto valor,
E a Justiça age com rapidez,
Enquanto o homem tira a vida
Da imagem e semelhança de Deus,
Às vezes a Justiça nem liga?
A árvore foi criada para o homem,
É claro que não deve ser destruída
Sem nenhuma necessidade,
Mas faz parte do progresso da vida.
Não é certo cortar uma árvore
Por perversidade ou sem precisão,
Pois assim até Deus cobra.
Como fazer a construção
Se nós precisamos da madeira?
É difícil a gente entender,
Mas Deus sabe da intenção.
A Justiça deve ser
Preocupada com vida humana
Que está sendo destruída.
Quem apenas briga é punido
E quem mata a Justiça nem liga.
Quando o homem corta uma árvore,
Nasce outra no lugar,
Mas quando mata uma pessoa,
Nunca mais ela voltará.
Então, eis aí a questão,
De eu escrever esta poesia
E enviar para os irmãos
Com propriedade e sabedoria.
Para que todos entendam bem
O sentido da vida humana,
Que deveria ser mais protegida
Do que uma árvore pelo IBAMA.
A árvore pode ter 1000 anos,
Nascerá outra se cortá-la,
A pessoa pode ter 1 dia de vida,
Não vem outra se abortá-la.
Só com uma palavra,
Jesus matou uma figueira,
Contudo, Ele morreu
Pra salvar a humanidade inteira.
Onde está a Justiça
Para entender tudo isso?
Que protege uma árvore sem alma
E mata a imagem e semelhança de Cristo.
Mário Querino – Poeta de Deus
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