sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

FINAL DE SEMANA DEPOIS DO LABOR

 


 

Mário Querino - D. Marisa 30/01/2026

Já depois de um dia

Trabalhado debaixo

De um sol ardente,

Cheguei sim animado

 

Em casa, e comecei

A cantar para exibir

Minha canção para

A D. Marisa aqui.

 

Então eu cantei sim,

A minha boa canção,

Logo que eu recebi

Esta boa inspiração:

 

FINAL DE SEMANA DEPOIS DO LABOR

 

Hoje é sexta-feira,

Após será sábado

E em Bananeiras

Já canto animado.

 

A semana já passa

Assim tão ligeira,

Mas com fé e graça

Fico em Bananeiras.

 

Como amanhã já é

O final da semana,

Ao Jesus de Nazaré

Peço um dia bacana,

 

Pois me sinto feliz

Ao lado da Mulher

Que sempre quis

Amar-me com fé,

 

Eu já passo a vida

Aqui em Bananeiras

Amando a querida

Que a vida inteira

 

Cuida de mim aqui,

Sem dúvida na vida,

Que eu tenho aqui

Ao lado da querida.

 

Então, hoje, ficarei

Sim descansado,

Para eu amar, amar

No dia de sábado.

 

Mário Querino – Poeta de Deus         

QUANTOS ANOS EU DEVO VIVER NA TERRA? SE DEPENDESSE DE MIM NUNCA MORRERIA


 

D. Marisa 30/01/2026

Alguém perguntou:

“Tu queres sim, viver

Até quando no Orbe?”

Eu pergunto a você:

 

Por que me pergunta?

Você tem vida pra dar?

Se tiver, dê para mim,

Pois nunca vou desejar

 

Morrer e deixar a Terra,

Lugar onde eu amo

A minha terna Mulher,

E sempre lhe chamo

 

De D. Marisa. Então,

Se você tiver vida

Para me dar, nunca

Deixarei a D. Marisa.

 

Ora, como já sei que,

Não tem escapatória,

O meu viver é Cristo

E o morrer é vitória.

 

Então, não tem não,

Nenhuma resposta

Da vinda da morte.

Ora, a gente gosta

 

De viver sim, é aqui,

Mas fica querendo

Ir para o Céu sim,

E não quer morrer

 

Não, para ir pro Céu.

Sempre vejo gente

Apelando para não ir

Nem ver a inteligente

 

Morte. Por que cara,

A morte é inteligente?

Ora, porque quando

A gente é descontente,

 

A morte nem está aí,

Mas quando a gente

Está repleto de fama,

E alegria, ela chama:

 

“Ei! Eu vim te buscar.”

Daí a gente objeta:

“Ora, vivi na miséria

E você não quis esta

 

Vida que já tenho,

Já quer me conduzir

Para um lugar que

Eu não quero ir?”

 

Ora, o tempo que eu

Quero viver na Terra,

Sobretudo no meu

Amado pé de serra

 

É sim, eternamente.

Mas como sou louco,

Entendo que não há

Escapatória, de gosto

 

Ou sem gosto, eu irei

Para outra Dimensão,

Agora, não me inquira

Qual, pois não sei não.

 

Ora, até onde eu sei,

Hoje vou falar sincero

Sem qualquer dúvida:

Irei para o Cemitério,

 

Se não sobrevier não,

No dia um imprevisto

Depois que eu morrer

Neste amado Distrito

 

Intitulado Bananeiras

Onde eu nasci, cresci

E almejo ainda morrer

Com alacridade aqui.

 

Ora, se lá no Céu eu

Sim, conseguir espaço

Igual a este que tenho

Entre a Natureza, faço

 

Este comentário: “Eu

Vou deixar a Terra

Por outro lugar igual

Ao meu pé de serra.”

 

Então, isso para mim

Não é vantagem não,

Trocar um paraíso por

Outro idêntico. São

 

Aforismos imaginários

Que oferece esta vida.

Ora, acho que no Céu

Não vou ter D. Marisa.

 

Então, eu já vejo que

Aqui na Terra é sim,

Melhor pra D. Marisa

E também para mim.

 

Agora, eu já pergunto:

Por que os pregadores

Não querem ir pro Céu?

Porque aqui entre dores,

 

Altos e baixos é sim,

Mais realidade do que

No Céu, que para se ir

É sim, preciso morrer.

 

Alma e espírito vão se

Desaparecer, o corpo

Será Pó no Cemitério.

Ora, isso me traz gosto?

 

É óbvio que não traz,

Fico sem a expectativa

Quando penso em ficar

Longínquo de D. Marisa.

 

Então, me deixa aqui

Mesmo no Orbe Terra

Mormente no meu

Amado pé de serra

 

Intitulado Bananeiras

Onde eu nasci, cresci

E só morrerei por não

Ter escapatória aqui.

 

Mas não sou contra

Quem anda ensinando

O caminho do Céu,

Só não venha a mim,

 

Por que eu vou dizer:

Exibe com convicção,

E por que tem medo

De segui-lo, ó irmão?

 

Ora, sempre fui louco,

Mas não vou ensinar

Trilha para ninguém,

Se nela odeio trilhar.

 

Mãe, D. Dedé, já dizia:

“Ora, você quer Deus

Para si, e Diabo para

Os outros.” O que eu

 

Não quero para mim,

Não vou desejar não,

Pra ninguém na Terra,

Pois só vai num Caixão

 

Para o Céu, e quem já

Quer ir? Então, eu não

Vou desejar para você

Essa outra Dimensão

 

Que até me cago sim

De medo, só em ficar

Pensando no dia que

Precisarei sim deixar

 

O meu vasto Planeta

Intitulado Terra,

Sobretudo este meu

Amado pé de serra

 

Intitulado Bananeiras

Onde ganhei a vida

Para viver muito feliz

E amando D. Marisa.

 

Porém, quem quiser

Ir vá numa boa sim,

Só não venha ensinar

O caminho para mim.

 

Por que, ó Querino?

Por que acho que seja

Um grande golpe

Na terrinha sertaneja

 

E onde eu estiver sim,

No Planeta Terra,

Principalmente aqui

No meu pé de serra

 

Onde vejo pregadores

Se cagando de medo,

Quando vê um amigo

Ir, e qual é o segredo?

 

Ora, na minha intuição,

Não há segredo, é só

Ver o que eles querem:

Uma vida bem melhor

 

De regalia e ostentação   

Aqui no Orbe Terra,

Principalmente aqui

No meu pé de serra

 

Intitulado Pindobaçu

Onde fica Bananeiras,

Lugarejo onde nasci

E vivo a vida inteira

 

Ao lado desta Mulher

Intitulada D. Marisa,

Mulher que cuida sim,

Ditosa da minha vida.

 

Mário Querino – Poeta de Deus 


Mário Querino 

    


quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

COM INTELIGÊNCIA E SABEDORIA, RESOLVI O PROBLEMA SEM PRECISAR MATAR TEIÚ NA CHÁCARA SANTA MARIA

 


 



Ora, eu estava tendo

Um grande problema

Na Chácara Santa Maria,

Mas você me entenda:

 

A gente cria sim umas

Galinhas num cercado

Onde tem um poleiro

Coberto e sim telado.

 

Contudo, a tela tem

Espaços largos e dá

Para um teiú entrar

E comer ovos, e ficar

 

Assim é muito ruim.

Então eu fui comprar

Uma tela de espaços  

Menores para deixar

 

Protegidos os ovos,

E o amigo Teiú não

Comer, como vinha

Comendo com razão.

 

Ora, coloquei rodapé

No poleiro interno

Com tela fina e boa,

Teiú vá pro inferno

 

Comer ovos do Diabo.

Agora, graças a Deus,

Os nossos ovos têm

Rendido, não comeu

 

Mais nenhum o teiú.

Ora, tem dia que tem

Até 5 ovos no poleiro,

Assim, dá muito bem  

 

Para comprar o milho

E a ração também.

Ora, não precisei não,

Matar o teiú, ele vem,

 

Mas não entra mais

No poleiro interno

Onde as galinhas põem.

Teiú vá pro Inferno,

 

Deixe a gente em paz.

Então, não tem coisa

Melhor do que gente

Ter ideias, não doida,

 

A ponto de elucubrar

Na morte desse teiú

Que tem sim ousadia

Aqui em Pindobaçu,

 

Município onde fica

O Distrito de Bananeiras,

Meu bom pé de serra

Onde fico a vida inteira

 

Na Chácara Santa Maria

Ao lado de D. Marisa,

Com fé, paz, amor

E regozijo com a vida.

 

Então, eu matar o teiú

Não vai resolver não,

O problema aqui, pois

Têm muitos na região.

 

Mário Querino – Poeta de Deus


Mário Querino 28/01/2026


terça-feira, 27 de janeiro de 2026

TENTAR NÃO SONHAR, EU ACHO UM ABSURDO

 


 

Mário Querino 27/01/2026

Ora, eu sonhei que havia

Uma jovem cheia de vida,

E soube sobre um rapaz

Algo que deixou atraída,

 

A ponto de ela percorrer

Mais de 2.000 km para

Se encontrar numa boa

Com seu encantado cara.

 

Ora, chegando à cidade

Onde o rapaz morava,

Infelizmente, na cidade  

O rapaz não estava,

 

Pois tinha viajado sim,

Para outra cidade bem

Longínqua da sua terra,

Mas a jovem também

 

Pegou um ônibus e foi

À procura desse rapaz

Que ela tinha ouvido

Falar dele, e indo atrás,

 

Ela o localizou na boa

E ficou amando sim,

Como nunca tinha não,

Amado. Achando ruim,

 

Se separar dele, falou

Para os seus pais que

Estava gostando sim,

Dum rapaz com prazer.

 

Seus pais procuraram

Logo uma informação

Sobre a vida do rapaz,

Que vivia num sertão,

 

Sem bens materiais,

Contudo, tinha amor  

Sincero e profundo,

Da parte do Senhor

 

Para dar a essa jovem

Que ficou encantada

Ao ouvir sua história,

História apaixonada.

 

Mas o tempo passou

E com o tempo tudo

Muda aqui na Terra

Numa boa, sobretudo

 

Quando se avança em

Elevado grau escolar.

Ora, a jovem começou

A trabalhar e ganhar

 

Dinheiro numa boa,

A ponto de descartar

O rapaz que ela tanto

Amava, e queria ficar

 

Sim com ele durante

Sua vida aqui no Orbe

Intitulado Terra,

Mas quem não pode

 

Se libertar dos pais,

Acaba perdendo sim,

O amor da sua vida

Tintim por tintim.

 

Só após muitos anos

Que seus pais viram

Que o rapaz era sim

Gente boa. Sentiram

 

A dor de uma culpa

Muito profunda sim,

Mas já era sim, tarde

Demais. Ora, por fim,

 

A jovem ficou tendo

Sonhos delirantes,

Enquanto, o rapaz

Sofria sim bastante.

 

Porém, certo dia ele

Abaixou sua cabeça,

E se inquiriu assim:

“Ora, neste Planeta

 

Tem tantas jovens

Admiráveis e gratas,

E por que eu fico

Sim, sem mais graça,

 

Só pensando nessa

Mulher sem gosto

De me amar na Terra

Por ela já ter outro

 

Numa boa?” Daí ele  

Ergueu sua cabeça

E deu uma volta sim

Por cima no Planeta,

 

A ponto de encontrar

O amor de sua vida.

Daí então começou

Com ledice a sua lida

 

A ponto de construir

Um lindo paraíso

Para viver com paz,

Amor, fé e regozijo

 

Ao lado da Mulher

Que lhe aceitou feliz

Nesse bom cantinho,

Cantinho do País...

 

Ora, tudo isso foi sim

Apenas um sonho,

Que descrevê-lo eu

Agora feliz proponho.

 

Quando me acordei

Fiz esta pergunta sim:

O que interessa isso

Agora para mim?

 

Porém, quem pode

Evitar um sonho aqui  

Debaixo deste sol,

Que desde quando vi

 

A sua luz eu sonho

Quando eu durmo?

Tentar não sonhar,

Eu acho um absurdo.

 

Mário Querino – Poeta de Deus   

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

EM VEZ DE FICAR TRISTE DIANTE DE TANTAS COISAS RUINS, CANTE IGUAL A MIM

 

 


 

Mário Querino 26/01/2026

Vendo, lendo e ouvindo

Tantas coisas no Brasil,

Em vez de eu chorar

Entre este povo gentil,

 

Eu canto romântico,

Sensível e apaixonado

Pra olvidar a dor que

Já me deixa frustrado.

 

Ora, eu não sou não,

Cantor aqui na Terra,

Sobretudo neste meu

Apreciado pé de serra

 

Intitulado Bananeiras

Onde ganhei a vida

Para viver contente

E amando a D. Marisa.

 

Assim começo a cantar

Minha singela canção

Para não ver tristonho

O Meu terno coração:

 

EM VEZ DE FICAR TRISTE DIANTE DE TANTAS COISAS RUINS, CANTE IGUAL A MIM

 

Estou vivendo na Terra

Vendo, lendo e ouvindo

Tantas coisas loucas  

E contra ao Pai Divino.

 

E nos últimos tempos

Vejo as coisas implexas,

E pelo que eu já intuo,

Bom é o que não presta

 

Pra alucinar as pessoas.

Pois na visão moderna

As coisas que fazem mal

A vida e a vida eterna,

 

É disso que o povo gosta.

Vejo tantas coisas sim,

Para o povo viver bem,

Mas o tempo dá o ruim

 

Para deixar sufocadas

As coisas que são boas

Aqui no Planeta Terra,

Contudo as pessoas  

 

Não aprendem não,

Nada do que vê, lê

E ouve neste bom País

Onde vivo com prazer

 

E queria ver paz, amor,

Alegria e gratidão.

Mas pelo que eu intuo,

Cada dia é pior, irmãos.

 

Almejo ser um cara sim,

Anti-social, para não

Fazer parte dessas coisas

Que trazem decepção.

 

Mário Querino – Poeta de Deus

 

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