A minha sogra é
Mãe de D. Marisa,
Ela é uma Mulher
E usou sua barriga
Para carregar sim,
Uma filha amada,
E após dar a mim,
Sem eu pagar nada,
Quer dizer, achei
Que eu recebi sim,
De graça, mas sei
Que ela para mim
Custa alto preço,
Pois fui fazer sim,
Com muito apreço
Tintim por tintim
O que eu já gasto
Com a filha dela,
Não é pouco, acho
Que gasto com ela
Tudo que eu ganho,
Pois cada dia vem
Conta do tamanho
Que eu também
Acho um absurdo.
Mas sabe quem é
Livre disso tudo?
É o pai da Mulher
Que eu amo sim,
Pois desde quando
Ela veio para mim
No cantinho baiano,
Que tudo que eu
Ganho eu invisto
Nela. Então o meu
Inspirado escrito,
Dá para entender,
Que sogra não dá
A filha sem prever
Sua despesa acabar
E deixar às mãos
De seu genro sim.
Então, meu irmão,
A sogra deu a mim
A sua filha querida,
Só depois que eu
Parei para ver a vida
Que recebi de Deus,
Descobri que não
Veio não, de graça.
Ora, minha cotação
É realmente alta,
Que tem mês que
Pra mim não sobra
R$ 1,00. O que fazer,
Seria gasto da sogra,
Caso, eu não visse
A filha dela. Agora,
Não ficarei triste,
Eu amo a senhora
Maria José titulada
Sim de D. Marisa,
Mulher bem amada
E chamo de querida.
Ora, ninguém ache
Que terá uma Varoa
Vinda sim grátis.
Mas acho coisa boa,
Melhor que Mulher
Em minha vida
Nem o dinheiro é,
Pois sem D. Marisa,
Eu não consigo ficar,
Mas sem o dinheiro,
Já acostumei andar
Neste viver inteiro.
Então, uma Mulher
Inteligente e sabida
Eleva o Homem, e é
Assim, a D. Marisa,
Graças ao meu Deus
E a minha sogra,
Que sua filha me deu
Com amor de sobra,
A ponto de invadir
Espaço que merece
Todo mundo curtir
Por meio da Internet.
Mário Querino – Poeta de Deus





