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FINAL DE ANO LETIVO COMPARADO COM O FINAL DOS TEMPOS

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Eu pensando como seria O arrebatamento da Igreja, Que acontecerá num Dia Em que ninguém perceba,

Fiz uma comparação aqui No meu querido Distrito. Pois passei o ano a servir Uma firma com capricho.

Claro, tinha muita gente, Durante o ano era cheia De sábios e inteligentes, Ainda de pessoas alheias,

Quer dizer, que visitavam E tinham o direito de ficar Observando quem lidava E quem ia para estudar.

Então, veio o final do ano Letivo neste Distrito, Quem passou estudando, Auferiu o resultado lícito

E foi se embora contente. Mas quem não deu valor, Ainda continua pendente, Se esforçando com temor.

Então, eu observando sim, O ambiente que era bem Barulhento, agora no fim Não tem quase ninguém.

E na minha observação, Comparo sim com o Dia Em que a Ressurreição Dos mortos trará alegria

Para quem passou sim A vida com Jesus Cristo, E o Arrebatamento a fim De levar crentes lícitos

Para o Paraíso onde vão Ficar eternamente vivos Sem mais dor e aflição,

POETA MÁRIO QUERINO FAZ PROJETO PARA PODAR AS PLANTAS DO JARDIM DO COLÉGIO DO DISTRITO DE BANANEIRAS

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Após algumas chuvas Nosso jardim fica feliz, De fato, sem dúvida, E ao nosso Poeta diz:

“Agora já pode podar As minha plantas, Porque eu quero ficar Lindo para as crianças.”

Claro, terão certificado No dia da solenidade, Terão bons convidados Repletos de felicidade.

E ouvindo a solicitação Do nosso lindo jardim, Eu já levarei o tesourão, Para tintim por tintim

Podar e dar uma forma. Para ficar mais bonito E com a aparência nova No Colégio do Distrito.

Realmente, doerá sim Onde o tesourão cortar. E com certeza o jardim Mais bonito vai ficar.

Hoje tenho um projeto Para colocar em prática, Eu espero que dê certo E tudo ocorra na graça

Do Senhor nosso Deus, Que já mandou chuva Para o bom Distrito meu, Já está verde sem dúvida.

É claro, o nosso jardim Está muito alegre e feliz, O campo perto de mim Restitui ao nosso país.

Se o homem aprendesse Com a Natureza, De fato, teria interesse

COMO DEVERIA SER A POLÍTICA NUM PAÍS, NUM ESTADO E NUM MUNICÍPIO?

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Alguém perguntou assim Quando eu sonhando: “Como deveria ser a Política Neste cantinho baiano?”

Ainda em sonho respondi: Deveria ser diferente, Mais sábia, mais criativa E claro, mais inteligente.

Por exemplo, há vários Candidatos, porém tem Vagas limitadas sim. Ora, só ganha também

Quem tiver a maioria. Durante a Campanha Deve ter essa divisão, O líder é quem ganha.

Quando tomasse posse O candidato já eleito, O povo então ficasse Do lado do Prefeito,

Do Governador sim, E do lado do Presidente. Pois minha mãe dizia: “União é de inteligente.”

Se não correspondesse Com a vontade do povo, Na próxima Campanha Elegeria outro de novo.

Agora, essa divisão vil, Só entala o Presidente, Do nosso amado país, O Governador da gente,

O Prefeito do Município. E todos os políticos sim. É por isso que temos A Administração ruim

Em nosso amado país. Porque o povo fica Desconexo, criticando, E faz politicagem. Política

QUER VIVER SEM DESPESA? NÃO COBRE NADA DO PAÍS E NEM DA IGREJA

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Agora, contarei um fato Que chamou a atenção Me deixando pensativo No meu querido sertão.

Um dia eu pensei sim Que Dízimo e Imposto, Seria como eu quisesse, Conforme o meu gosto.

Mas nesta boa semana Que cai trovoadas aqui, Separei R$ 10,00 para O Templo que eu sugeri.

Como D. Maria José tinha Comprado uma carne Pra fazer o nosso almoço, Fui pagá-la com equidade.

E quando vi meu credor Perguntei: Quanto custa A carne que D. Maria José Comprou? Daí ele escuta,

E me responde: “R$ 26,00, Mas farei R$ 25 para você.” Daí, eu percebi nessa hora, Que Deus quis devolver

O seu Dízimo para mim. Para dá o bom exemplo De justiça e honestidade, E deve ter o mantimento

No país e também na Igreja. Então, nosso Dizimo é 10% E o Imposto é critério sim Do Governo. Fico atento

Em todos os detalhes sim, Quem não achar certo E quer viver sem despesa,

O QUE ESTÁ INCOMODANDO O POVO DO DISTRITO DE BANANEIRAS? A FALTA DE ÁGUA OU A MURALHA QUE DIVIDE O DISTRITO?

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Eu comecei a observar A questão dessa água, Daí posso confirmar E citar que não é nada

Disso os comentários, Que já vendo e lendo O amigo Poeta Mário, Por trás está havendo

Um interesse próprio. Vejo que há muralha E mostrar eu posso Sem manter a falha:

Quem já está desse Lado, não quer viver Unido. Seu interesse É oposto se manter.

E os deste lado não Pode jamais pensar De se unir aos irmãos Passando para lá.

Na minha concepção, Ficam atirando sim, Pedras sem direção, E elas atingem a mim.

Pois são atiradas sem O alvo determinado. Não quero também Atirar sem culpado.

E o culpado de tudo, De fato, é a muralha, Segundo meu estudo Que faço sem falha.

Vamos quebrar sim Esta muralha agora, Unir-se até o fim,

QUANDO ALGUÉM QUER FAZER, FAZ QUANDO TEM UMA OPORTUNIDADE

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Neste Distrito havia sim Um senhor que vivia Muito bem com a vida E usufruía com alegria,

E prazer do que tinha. Mas chegou um tempo Que a esposa adoeceu, Usando no tratamento

Quase tudo do pouco Que tinha conquistado, Ainda assim não livrou Da morte, mas calado.

Há anos ele era casado E com contentamento Vivia com fidelidade, Mas veio o sofrimento.

Quando a varoa feneceu, Ele ficou muito abatido, Tanto espiritualmente Como financeiro, sofrido

Há anos neste Distrito, Ficou também doente E gastando sim o resto, Família de muita gente,

Sem mãe e o pai assim. Não deu outra, o povo Começou a lhe ajudar, Mas sempre com gozo

De sua vida no Distrito. E ali deitado na cama, Olhando para o telhado, Positivo sim, ele clama:

“Se o Senhor meu Deus, Me der a saúde de volta, Eu conseguirei tudo sim, Que perdi, e farei roças.”

Chegou a uma situação Que viveu de esmolas. Mas com a expectativa Ao Senhor Deus implora.