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Mostrando postagens de Março, 2018

POETA MÁRIO QUERINO PASSOU O DIA DE SÁBADO REVESTINDO PAREDES DO BANHEIRO DA CASA DE SEU FILHO ALEJANDRO

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Hoje eu passei o dia Na casa de Alejandro Pondo revestimento No banheiro. Ficando

Até às 19 horas, já fiz Uma boa parte sim. Amanhã, eu já quero Ver tintim por tintim,

É claro, se o Senhor Consentir nesse dia, Dia de domingo sim. Mas viso harmonia



Entre mim e o labor. Ora, faltam apenas 8 Pedras numa parede. Amanhã com gosto

E resolução de Deus, Eu botarei depressa, E começarei no piso, Isto é uma promessa,

Pois amanhã será sim Outro dia, e eu não sei Como vai amanhecer E como eu me acharei.



Mas espero que seja Bem melhor que este Que já se passa sim. Pois tenho interesse

De concluir esse labor,

NÃO TENHO MENTE PARA O DIABO FAZER A SUA OFICINA, NÃO PRECISO DE SEU ALUGUEL

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Hoje é sábado, já estou Em plano de fazer algo Para ocupar a mente, A mente vazia o Diabo

Faz a sua boa oficina. E eu não sou um besta Pra ele feliz encontrar Lugar na minha cabeça.

Claro, eu tenho muito O que botar na cabeça Pra deixar meu coração Feliz e todos do Planeta

Baterem palmas ledos. Claro, é uma ideologia Que eu carrego na vida Sem nenhuma ironia.

Quem quiser oferecer A sua mente ao Diabo, Pra ele pôr sua oficina, Eu não vou ficar irado,

Pois é o seu bom gosto. Eu sei que o Diabo fica Repleto de fúria comigo Por eu ser um artista

Distinto e faz a diferença Neste Universo de Deus. Sou voluntário e ele não Quer que assim seja eu.

O seu desejo é que eu Ganhe muito dinheiro, Se encha do seu poder E passe o tempo inteiro

Iludido por ele na Terra. Mas como eu não sou Nenhum besta, eu sigo A Jesus Cristo, o Senhor.

E graças a Deus eu vivo Bem. Ora, neste espaço Há quem usa preconceito,

POR QUE NÃO SABER O DIA EM QUE A MORTE VEM?

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Alguém me perguntou: “Por que não saber O dia em que a morte Vem?” Aí, responder

O que? Antes indago: E o que então faria Se soubesse que ela Viria neste bom dia?

Alguém coçou o nariz E com riso disfarçado Falou: “Compraria sim Um carro novo fiado,

Após iria curtir a vida, Até a hora dela chegar. Depois a loja perdoaria E os filhos iriam ficar

Com o carro novinho.” Daí respondi o indago Assim: Para o homem Viver aqui enganado,

Indouto de seu porvir. Pois se o homem fosse Consciente do futuro, Com a ideia que trouxe

Para ele pensar, falar E agir neste Planeta, A coisa não seria boa, Ele teria na sua cabeça

A convicção que a vida Do próximo seria nada Diante do homem sábio Ou de vida afortunada.

Se o homem nada sabe Do seu futuro, pensa Tão orgulhoso assim, E tendo a consciência

Do que sucedesse aqui Durante os dias de vida? Deus fez o homem sim De uma forma sabida,

Mas lhe deixou limitado

QUANTO MAIS PROPAGANDA, MAIS CLIENTES

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Alguém perguntou assim: “Por que não comentou Sobre a morte de fulano E sicrano?” O que eu vou

Responder no momento? Obviamente é coisa boa. Certamente vai entender Bem o revide às pessoas.

Eu fazendo a observação Durante o velório, percebi Que a Morte fica gostando E satisfeita ao me ver aqui

Fotografando e redigindo. Pois a minha mãe já dizia: “Quanto mais propaganda, Mais clientes.” Então via

Que o meu comentário era Muito atraente no Distrito. Até quem temia a Morte Queria se aliar pra ser visto.

Daí, resolvi parar com isso, Senão minha amada terra, Iria ficar sem nenhuma vida. Pois a Morte no pé de serra

Está de fato, tomando pé. Porque o mundo todo vê As fotografias e os poemas, Invés de tristeza, o prazer.

E obviamente a Morte já Está ficando muito assídua. O povo está perguntando: “O que sucede com a vida

Das pessoas do pé de serra, Que a Morte está levando Antes de uma idade certa Em nosso cantinho baiano?”

Claro, eu comecei a fazer As importantes propagandas, E o povo começou a gostar, <

AMIGO FIEL É AQUELE QUE NOS LIVRA DA MORTE

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A Morte tentou pegar Um cara numa cidade, O cara não dava a ela Essa tal oportunidade.

Um dia o cara estava Na beira de uma pista Esperando um carro, Pois muita gente fica

Nesse ponto de Táxi. E de repente ali passa Um grande amigo seu, Ora, cheio da cachaça.

Para o cara ele indaga: “Ei amigo, vai comigo?” O cara falou, mas baixo: “Vou com esse amigo.”

A Morte deu um pulo De tanta alegria sim, E após falou, mas alto: “Claro, é bom pra mim.

É hoje que eu levo ele, Esse motorista está sim, Inteiramente bêbado, É muito bom para mim.

Hoje eu pego esse cara.” E batendo palmas disse: “Realmente, hoje ele vai, Vou deixar o povo triste.”

Quando o cara já estava Se direcionando ao Táxi, Um Amigo que lhe quer Bem, e aqui é destaque,

Gritou: “Vinde a mim...!” O cara olhou para trás, E acenou para o taxista

D. MARIA JOSÉ COMETEU UM DELITO A FIM DE DEFENDER O AMOR DA SUA VIDA

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Hoje, D. Maria José Foi à Missa às 16 horas. Cheguei do trabalho E vi que ela estava fora

De casa. Daí às 17 horas Me deitei e dormi até Às 18 horas. Me acordei Quando D. Maria José

Chegou feliz da Missa E me deu um tapa Dizendo com precisão E sem nenhuma graça:

“Olha o tamanho desta Muriçoca sugando o Zinho!” E me deu um tapa forte. Eu falei: O que é benzinho?

É claro, muito atordoado, Pois eu estava num sono Gostoso no final da tarde, Dormia como mordomo.

Alguém pode até indagar: “Por que a D. Maria José Usou essa palavra Zinho?” Por ser o Zinho da Dedé,

Assim eu já lhe respondi. Pois antes de eu ser Poeta, Todos que me conheciam Me chamavam com esta

Apelido aonde eu fosse. Mas isso era há 38 anos, De lá para cá, o “Zinho” Neste cantinho baiano

Só ficou entre a família