“Considero que os nossos
Sofrimentos atuais não
Podem ser comparados
Com a glória que em nós
Será revelada.” Rm 8, 18.
“Ora, quanto mais a gente
Procura ser um honesto,
Mais se vira um indolente.
Porque que, ó Querino?
Ora, porque já intuí sim,
Depois que eu procurei
A honestidade pra mim,
E deixei-a tomar posse
Da minha alma, espírito
E também do coração,
Por amor a Jesus Cristo.
Então, já percebo hoje,
Que a pessoa honesta
Fica difícil permanecer
Num espaço onde essa
Sociedade faz parte sim
Com sua regalia, e claro,
Com sua vil ostentação.
Ora, hoje em dia, é raro,
Uma pessoa honesta ser
Sim, benquista na Terra,
Sobretudo aqui em meu
Apreciado pé de serra
Intitulado Bananeiras
Onde fica esta chácara
Titulada Santa Maria,
Lugarejo onde a graça,
A paz, o amor, a ledice,
O temor do Senhor faz
A gente ser sim gratos,
Esta convivência capaz
De nos fazer sim felizes,
Sem acepção de gente
Que vive neste Planeta
E já nos visita contente,
Onde o nosso objetivo
É deixar uma satisfação
Na alma, no espírito
E também no coração
Das pessoas que ainda
Querem viver na Terra,
Mormente aqui neste
Meu bom pé de serra
Intitulado Pindobaçu
Onde fica Bananeiras,
Recinto onde eu nasci
E vivo a vida inteira
Ao lado desta Mulher
Intitulada D. Marisa,
Que eu chamo de amor,
Paixão, bem e querida.
Então, quando a gente
Busca ser um honesto,
Parece que a vida entra
Em um espaço deserto
Onde ninguém almeja
Ficar, no entanto, isso
É um sofrimento atual,
Que por Jesus Cristo,
Obviamente, será sim,
Eliminado e no lugar
Ficará a glória do Deus
Que pôde tudo criar,
Principalmente, céus,
Terra e tudo que neles
Há. Então, ser honesto,
Faz parte do Rejo d’Ele.
Por isso que eu sendo
Um Poeta de Deus,
Não me importo não,
Se alguém intitular eu,
Como “louco ou doido”.
Por que, ó Querino?
Porque sou na Terra
Um ditoso nordestino
Ao lado desta Mulher
Intitulada D. Marisa,
Mulher que já é tudo,
Tudo na minha vida
Que me traz numa boa
Neste amado Distrito
De Bananeiras, onde
Bem satisfeito eu fico
Usando a honestidade
Como pilar essencial
Para a boa existência
Entre sim, este pessoal
Que Deus fez usando
Imagem e Semelhança
D’Ele próprio. Por isso
Vivo com a esperança
De auferir a glória, algo
Que é extraordinário
Vindo após sofrimento
Sim, desse cara, Mário,
É óbvio, Mário Querino,
Titulado Poeta de Deus,
E esse Mário que relato,
Sem dúvida, sou eu,
Que nasci em 1.962 sim,
Inteligente e sabido,
E em 1.985, sem dúvida,
Eu fiquei enlouquecido,
A ponto de ficar à-toa
Perambulando na rua,
Onde caí no poço, sem
Luz do sol nem da lua,
Sem mais estrelas pra
Brilharem-me na trilha
Que passei sem noção
E distante da Família.
Mas Deus tinha, tem
E terá uma dádiva
Para me oferecer sim,
Ao lado desta amada
Mulher, que pra mim
Já seria tudo que Deus
Tem preparado para
Oferecer-me, caso, eu
Permaneça honesto
Até o fim da existência
Que eu tenho no Orbe
Terra. Então, já pensa
Meu encéfalo em algo
Maravilhoso, a ponto
De sofrimentos vindos
Aqui, eu já sou cônscio
Da glória que espera
Esse cara nordestino,
Que hoje em dia, é sim,
Poeta Mário Querino.
Mário Querino – Poeta de
Deus

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