segunda-feira, 21 de setembro de 2026

SER FÃ NÃO É MAIS ADMIRÁVEL DO QUE AMAR


 

Mário Querino & D. Marisa 21/09/2026

A Musa, hoje, inspira

Dentro da realidade

Que a gente agora já

Vive sim, em verdade,

 

Em verdade no Orbe

Intitulado Terra,

Sobretudo em meu

Querido pé de serra

 

Titulado Bananeiras

Onde fica a Chácara

Santa Maria, recinto

Onde tenho a graça

 

De auferir da Musa

A Palavra voluntária,

Para eu passar sim

Na hora necessária,

 

Para os meus ternos

Parentes, patrícios,

E amigos também,

Sobretudo do Distrito

 

Titulado Bananeiras

Onde nasci, cresci

E fico muito ditoso

Quando vejo daqui

 

Uma pessoa famosa

Que usa seu talento

Para vencer na vida

Entre sofrimentos,

 

Sem olvidar da sua

Simplicidade. Ora,

Isso a Musa inspira

A mim nesta hora.

 

Pois ela não é não,

Fã de ninguém aqui

No Planeta Terra,

Onde eu muito sofri,

 

Porém, não precisei

Ser ainda desonesto,

Nem ainda eu penso

Ser, pois o sucesso

 

De quem no Planeta  

Intitulado Terra,

Sobretudo em meu

Amado pé de serra,

 

Vem sim, é de Deus.

Todavia, para isso vir,

É preciso trabalhar

Com fé e amor aqui

 

Neste vasto Planeta

Onde o Senhor Deus

Determinou desde

Quando desobedeceu  

 

O Homem intitulado

Adão. Daí Deus falou  

Para o Homem Adão

Que Ele ditoso criou:

 

“Você vai ter de comer

O pão com o suor do rosto,

Até voltar para o solo

Do qual foi tirado.” Posto

 

Diante de Adão disse:

“Você é pó, e ao pó há

De voltar.” Então, eu  

Não devo conquistar

 

Nada sem meu labor,

Para ganhar em troca

O dinheiro necessário,

Ao oposto, não gosta

 

A Musa que inspira

Este Poeta voluntário

Que é conhecido aqui

Na Terra como Mário,

 

Da linhagem Querino,

Filho sim, de Gildete

E Antônio Pereira.

Ora, hoje, a Internet

 

Ficará muito ditosa

Com este meu relato,

Pois a Musa inspira

Muito alegre, de fato.

 

Ora, por isso eu não

Sou fã de ninguém,

Eu amo a todos sim,

Que lutam pelos bens

 

Que já conquistaram

Entre sofrimentos

E muitas dores sim,

Até este bom tempo

 

Em que a gente vive.

Então, amar pra mim

É ser mais que fã,

Quer dizer, eu assim

 

Penso hoje em dia,

Todavia, cada qual

Tem a sua maneira

De agir, e é normal

 

Alguém pensar sim,

Inteiramente fora

Do meu tipo de vida,

Isso aprendi outrora.

 

Então, eu não sou fã

De ninguém, eu amo

A todos sem acepção,

Sobretudo os baianos

 

Que conseguem algo

Com honestidade

E trabalho desde sua  

Sofrida mocidade.

 

Porque não viso não,

Uma pessoa amiga,

Só depois que ela

Já é famosa na vida,

 

Pois o meu coração

Tem amor profundo

E dá valor a quem

Sofre neste Mundo

 

E dá uma volta sim

Por cima, sem usar

A má fé, e conquista

Sem deixar de ralar.

 

Deus fez o Homem

E pela desobediência,

Deus lhe determina

Com toda veemência:

 

“Você vai ter de comer

O pão com o suor do rosto,

Até voltar para o solo

Do qual foi tirado.” Posto

 

Diante de Adão disse:

“Você é pó, e ao pó há

De voltar.” Assim, eu

Já aprendi neste lugar

 

Intitulado Bananeiras

Onde eu nasci, cresci

E vivo ditoso da vida

Com a Mulher que vi

 

E amo sim, até agora.

Por isso lhe chamo

De querida e paixão

No cantinho baiano

 

Intitulado Pindobaçu

Onde fica Bananeiras,

Lugar onde feliz fico

A minha vida inteira

 

Ao lado desta Mulher

Intitulada D. Marisa,

Mulher que cuida sim,

Da minha boa vida.  

 

Que depois da loucura,

Deus restaurou sim,

Meu encéfalo, e envia

Com amor para mim

 

Esta Musa inspiradora,

Somente a fim de eu

Redigir poeticamente

Em nome deste Deus

 

Que criou céus, Terra

E tudo que neles há.

Então, eu não preciso

Ser fã, devo, é amar...

 

Mário Querino – Poeta de Deus

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