Depois de um dia
De labor debaixo
De um sol ardente,
Veio-me o cansaço
Após as 17 horas,
Mas numa cadeira
Do alpendre fiquei
E foi essa canseira
Com raiva de mim,
Se saindo na boa.
Então fiquei sendo
Outra ativa pessoa,
A ponto de pegar
Caderno e caneta,
E escrever poesia
Pro vasto Planeta
Titulado Terra, pro
Povo feliz ter sim
Acesso pra ver e ler
Tintim por tintim.
Ora, depois que eu
Escrevi a poesia,
O meu computador
Liguei com alegria
E digitei com fé,
Amor e por amor,
Para eu enviar em
Nome do Senhor.
Mas quem gostar
E quiser ter sim,
Deve salvar para
Tintim por tintim
Analisar. E quem
Não gostar, faz
Bem deletar sim,
Ninguém é mais
Obrigado engolir
O que não gosta,
Mormente coisas
Que o povo bota
Na Internet para
Quem quiser ver,
Ouvir e ler ciente,
O que traz prazer.
Ora, como já tem
A tecla para abrir,
Também já tem
A tecla pra excluir.
Melhor é você ficar
À vontade na Terra,
Sobretudo no meu
Amado pé de serra
Titulado Bananeiras,
Lugar onde fica
A Chácara Santa Maria.
A área não é bonita,
Mas sinto a presença
Do Senhor meu Deus,
Nas árvores frutíferas
E nas aves com seu
Cantar livremente.
Então, sentado sim,
No alpendre de casa,
Tintim por tintim
Esse cansaço se saiu
Do meu velho corpo,
E no computador eu
Já redijo com gosto
Esta singela poesia,
Pois é isso que traz
Júbilo, amor, gratidão,
Prazer e muita paz
Na alma, no espírito
E ainda no coração.
Depois dum trabalho
Em pleno calorão,
Isso somente deixa
Eu ditoso com a vida,
Porque suporto tudo
Por amar D. Marisa.
Mário Querino – Poeta de Deus

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