Hoje, já é terça-feira,
26 de maio de 2026,
E eu parei um pouco
Para redigir pra vocês
Esta singela poesia
Que a Musa inspira
Contente da vida,
Pois sou um caipira,
Mas viso à evolução
Na boa, por que eu
Entendo muito bem
Que o nosso Deus
Sim, com precisão.
Então, eu refletindo
Com muita noção
Para descobrir algo
Que eu ainda não vi,
E acho que eu nunca
Verei, porque aqui
A vida não mostra
A realidade do além,
Porém, a gente fica
Iludido aqui também.
Por que, ó Querino?
Porque a gente acha
Que é alguma coisa
Só por ter essa graça
Que Deus dá a gente
Pra viver melhor aqui,
Mas a gente empina
O nariz e quer subir
Nas costas de todos
Aqueles sim, menos
Beneficiados, não vê
Que já está vivendo
Pensando na Morte,
Como todos pensam.
Daí quem mais usou
Essa tal negligência
Para com os outros,
Fica sendo vítima,
Enquanto os demais
Na boa aqui ficam.
Ora, já fizeram sim,
De tudo para deixar
A minha vida à-toa,
Mas só procuro orar
Ao Senhor meu Deus,
Dizendo o que Jesus
Disse diante do povo,
Quando Ele na cruz
Estava para morrer:
“Pai perdoa-lhes, eles
Não sabem o que fazem.”
Ora, o que vem deles
Para menosprezar,
É o que sempre incide
Com eles no Planeta.
Eu continuo sim, livre
Sem carregar na vida
Ressentimento.
Ora, entendo o viver
E ainda cada tempo
Que ele fica no Orbe
Intitulado Terra,
Mormente em meu
Amado pé de serra.
Eu aprendi a servir
Com mais precisão
Aqueles que ferem
Meu terno coração.
Por que, ó Querino?
Porque servir gente
Boa faz parte da vida,
Mas servir contente
Quem está querendo
Ver o fim da gente,
Não é uma obrigação,
É ter amor paciente,
Ter a compreensão,
Ser grato e tolerante.
Por isso eu não ligo
E acho importante
A gente somente ver
A pessoa que visa
Eu ser um fracassado
Em todas as áreas da vida
No entanto, faço sim
A minha boa parte,
Para então agradar
A mim e a essa gente
Que quer ver o fim
Da minha existência
No Planeta Terra
Onde a mente pensa
E eu paro pra redigir
Esta poesia, talvez,
Para trazer algo bom
Na vida de vocês.
Mário Querino – Poeta de
Deus

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