Eu pensando na vida
Que já me leva aqui,
Descobri algo que eu
Parei para refletir.
Ora, para mim a vida
Que Deus deixou sim,
Para viver nesta Terra
Tintim por tintim,
Está realmente fora
De controle, se eu
Sou louco e já estou
Notando que Deus
Está encurtando sim,
As bênçãos que não
Trazem graças pra Ele,
Nas mãos de cristãos
Que ficam de aparência
Mas no fundo é sim,
Apenas uma ilusão
Visando tirar de mim
A paz, o amor, a ledice
E também a gratidão
Que carrego na vida
Dentro do coração,
Imagina quem é sim,
Normal, inteligente
E se acha um sabichão
Entre esta boa gente!
Por isso mantenho a fé
E a confiança no Deus
Que enviou o seu Filho
Para perdoar os meus
Pecados, que são sim,
Muitos aqui na Terra,
Mormente em meu
Amado pé de serra
Titulado Bananeiras
Onde eu nasci, cresci
Pra viver bem ditoso
Com a Mulher que vi
Em 1982 numa festa
Da Patrona do Distrito
De Bananeiras, Santa
Efigênia. Até aqui fico
Ao seu lado por amor
E com amor também.
Então, é isso que faz
Eu ainda viver bem
Neste vasto Planeta
Intitulado Terra
Onde fica Pindobaçu,
Município onde serra
E montes lhe enfeitam,
Com pedras preciosas:
Esmeralda, ouro e mais
Que são sim famosas.
Porém, não quer dizer
Que eu sou um rico
Com tantas riquezas
Que há no Município.
Ora, eu só viso à paz,
O amor, a alacridade,
A gratidão e a ternura
Desde a mocidade,
Quando feliz conheci
A adolescente Maria
José, titulada D. Marisa,
É óbvio, hoje em dia.
Então, parei um pouco
Para pensar na vida
Que me leva ao lado
Da Mulher, D. Marisa,
E intuo que as bênçãos
De Deus são limitadas
Entre eu e a D. Marisa,
Minha Varoa amada.
Por que, ó Querino?
Porque quando eu
Era ainda um mocinho,
Eu falei isso pra Deus:
Ó Senhor meu Deus,
Não me dê à riqueza,
Pra que eu não fique
Cheiro de grandeza
E venha Te esquecer,
Também não me deixe
Na pobreza pra que eu
Aqui não me queixe
E venha roubar coisas
Dos meus irmãos.
Então, ó Senhor Deus,
Vê a minha intenção
E me dê o necessário
Para eu viver ditoso
Com a Mulher que já
Estás entre este povo
Preparando para mim,
Pois eu a quero para
Amar, amar, amar...
Como ama um cara
Cheio de romantismo,
Paixão e sentimento.
Então o Senhor Deus
Permitiu o sofrimento
Na minha vida jovem
Para eu valorizar sim,
A Mulher selecionada
Por Deus, para mim.
A D. Marisa também
Foi muito humilhada
Aqui, por ser pobre,
E carregava sim, água
Do Rio Aipim, para
Encher potes na boa,
Nas casas do Distrito,
Onde tinha patroa
Que lhe humilhava,
A ponto de derramar
A água do pote para
A D. Marisa buscar
Novamente e enchê-lo.
Até aqui, a D. Marisa
Trabalha com fé sim,
Para ser feliz da vida
Ao lado desse cara
Que é votado pra Deus,
Quer saber quem é?
Esse cara sou eu.
Mário Querino – Poeta de
Deus

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