Sempre procuro amar,
Mas o amor é implexo,
Por isso para explicar
Não tenho o completo
Conhecimento na vida,
E somente eu amo sim,
Por uma boa intuição,
Que aparece em mim.
É óbvio, relato o amor
De uma forma poética,
Mas nem eu mesmo sei
Se esta forma é certa.
Pois o amor é paciente,
Suporta tudo na vida.
Por isso já tem 43 anos
Que eu amo D. Marisa,
Mas ainda eu acho sim,
Que o meu amor está
Pouco pelo que ela faz
Por mim neste lugar
Intitulado Orbe Terra
Onde a gente já vive
Com o selo nupcial
Há 37 anos, mas livre
Pra voar como pássaro
Voa sob o Céu azul
Que cobre contente
A área de Pindobaçu.
Então, comento sim,
Sobre o amor puro
E fiel vindo de Deus,
Contudo, eu procuro
Uma forma de amar
Com mais veemência,
Porém, meu coração
Sempre assim pensa:
“O que é amor na vida?
É apenas sexualidade?
É só abraços e beijos?
O amor da humanidade
É diferente do amor
Que há nos animais,
Nos répteis, nas aves,
Nos peixes, nos vegetais
E nos insetos? Então,
Como posso explicar
O amor que é puro
E pode tudo suportar?”
Quem ama desgosta,
Porém, para e pensa,
Depois perdoa sim,
Por ter a paciência,
A tolerância e Deus
Para dizer: “Ó, tudo
Passa nesta boa vida,
Ainda sendo absurdo
O lance contra você,
Não deixe de perdoar,
Para o seu próximo
Ser feliz neste lugar
Conhecido por todos
Como Planeta Terra,
E você que ama sim,
No seu pé de serra
Titulado Bananeiras,
Não queira explicar
A essência do amor,
Todavia, basta amar
Fazendo o melhor
Em prol de todos.
Porque se for querer
Explicar ficará doido
E nunca encontrará
A sabedoria pra dizer
A todos os seres vivos
Que o amor já está
Dentro de cada um
Que vive na Terra,
Sobretudo no seu
Amado pé de serra
Titulado Pindobaçu
Onde fica Bananeiras,
Lugar onde você ficou
Louco de tal maneira
Que sofreu uma dor
Forte de frustração,
De preconceito
E de discriminação.
Sem esse amor que
Por ti tem D. Marisa,
Você estaria lascado,
Então ame sua vida,
Faça o melhor a todos,
Porque só assim, você
Explicará no silêncio
O amor com saber.”
Então, vou ficar aqui
Gritando no Templo,
Querendo explicar
O amor? Ora, penso
Com inteligência sim,
Ainda que o povo
Ache que sou louco
Neste tempo novo,
Que eu já vivo como
Cafona, careta,
Tabaréu e matuto,
Mas vejo o Planeta
Que ainda tem sim
Um lindo Céu azul
Que cobre bem feliz
A área de Pindobaçu
Onde fica Bananeiras,
Lugar onde eu nasci,
Cresci e vivo ditoso
Com D. Marisa aqui.
Ora, sempre amando,
Mas sem saber não,
Explicar este amor
Que há no coração.
Mário Querino – Poeta de Deus
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