No dia 20/11/1971,
Teve na Porto Alegre
O começo da história
Que até aqui segue
Este Grupo Palmares
Que foi sim, formado
Por 4 universitários
Negros gaúchos, citados
Nesta poesia que eu
Agora já feliz redijo
No mês de novembro
E envio pros amigos
E amigas que leem
Os textos poéticos
E comentários que
Faço grátis. É certo,
Não há algo contra
As normas literárias.
Ora, também acho
Isto coisa necessária
Pros meus leitores
Uma nova ideologia
Neste Planeta Terra,
Através das poesias.
Esse Grupo tinha 4:
Vilmar Nunes, Ilmo
Silva, Oliveira Silveira
E Antônio Carlos. Digo
Aos brasileiros de fé
Que felicitam sim,
Os negros que foram
Tintim por tintim
Escravizados no Brasil
Passado, mas graças
À Princesa Isabel que
Aboliu essa desgraça
Que o ser humano
Carregava no coração
Contra os amigos,
Amigas e sim, irmãos
Filhos do mesmo Pai
E da mesma Natureza,
Mas essa escravidão
Lucrava da pobreza.
É claro, outra figura
Posta em 2º plano
Era a do quilombola
Zumbi. Têm baianos
Que até aqui, vivem
Nessas comunidades,
E Bananeiras já faz
Parte, e a localidade
É rodeada de povos
Quilombola. Eu vejo
Com muito regozijo,
Por isso eu já almejo
Um dia de sucesso
Para os negros daqui,
Amado Orbe Terra,
Sobretudo onde nasci,
Cresci e vivo ditoso
Ao lado de D. Marisa,
Mulher que não tem
Preconceito na vida
Que nos leva ditosos
Neste Planeta Terra,
Mormente no meu
Querido pé de serra
Titulado Pindobaçu
Onde fica Bananeiras,
Lugar onde vivo feliz
A minha vida inteira,
Quer dizer, até aqui,
Eu amando D. Marisa
E D. Marisa cuidado
Bem da minha vida,
Até o fim da vivência,
Quer dizer, eu acho,
Contudo, é achismo,
Neste amado espaço
Intitulado Chácara
Santa Maria, lugar
Onde eu vivo para
Amar, amar, amar...
É claro, a D. Marisa
Mulher do coração
Repleto e paz, amor
Regozijo e gratidão.
Para todos neste dia
Da Consciência Negra,
Fé, paz, amor e ledice
Meu coração almeja.
Mário Querino – Poeta de Deus

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