A vida é cheia de coisas
Antigas e de algo novo,
Tudo isso é só pra iludir
O coração deste povo
Que nasce e continua
Vivo no Planeta Terra,
Mormente no meu
Apreciado pé de serra
Intitulado Pindobaçu
Município onde nasci,
Cresci e vivi iludindo
A ponto de ficar aqui
Sim, louco por nada.
Como assim, Querino?
Ora, não tem algo pior
No canto nordestino
Do que uma alienação,
Que entra na mente
E para o coração desce
Deixando sim a gente
Fora dos sentidos aqui
No Planeta Terra
Onde nasci inteligente
Neste pé de serra
Titulado Bananeiras
Onde fica a Chácara
Santa Maria, recinto
Onde eu tenho graça,
Paz, amor e gratidão,
Mas graças ao Senhor,
Que eu menosprezei
A ilusão que me tirou
O juízo na mocidade.
Então, agora, eu vivo
Inteiramente cônscio,
Pois Deus deu o juízo
De volta pra cabeça
Deste cara inspirado.
Por isso não me iludo
Em coisas do passado,
Atual e nem do porvir.
Pois tudo que me vem,
Não chega por acaso,
Algum objetivo já tem,
E cada caso é um caso,
Eu não devo fazer não,
O meu julgamento
Ou uma comparação.
Então o melhor é sim,
Procurar fazer o bem
Sem se iludir em nada,
As aventuras vêm,
Mas eu devo encarar
Para eu seguir a vida
Ao lado desta Mulher
Intitulada D. Marisa.
Esse negócio de ficar
Iludido em algo antigo
Ou em coisas novas
Que até aqui não vivo,
Eu acho que seja à-toa
Esta minha vontade.
Por isso que eu fiquei
Louco na mocidade,
Pois eu queria viver
Uma realidade fora
Do padrão de vida
Que nem vejo agora
Depois dos 63 anos
Que vivo nesta Terra,
Sobretudo no meu
Amado pé de serra
Titulado Bananeiras,
Lugar onde D. Marisa
Veio morar pra amar
A minha terna vida.
Se já deixei a ilusão
Quando eu era novo,
Acha que vou pegá-la
Hoje, depois de idoso?
Sigo o meu caminho
Ao lado de D. Marisa,
Mulher que cuida
Ora, eu prossigo louco
Neste amplo espaço,
Mas não sou besta pra
Me iludir. Então, acho
Que tudo isso é sim,
Passageiro na Terra
Onde fico este tempo
No bom pé de serra
Ao lado de D. Marisa.
Hoje já estou ciente
E breve a Morte vem
Pra levar essa gente
Que vive este tempo
Repleto de ruindade,
Dando muito trabalho
À nossa Autoridade,
Causando sim, pânico
Entre o nosso povo.
Por isso não me iludo
Neste tempo novo.
Quem sabe a dor sim,
De uma ilusão sou eu.
Ora, vou vivendo sem
Ferir o próximo meu,
Pois cuido da minha
Velha vida na Terra
Ao lado de D. Marisa
Neste pé de serra
Onde fica a Chácara
Santa Maria, recinto
Onde tem paz, amor
Alegria e ainda sinto
A presença de Deus.
Pois a Natureza já diz
Pra alma, pro espírito
E pro coração feliz
Ao lado desta Mulher
Intitulada D. Marisa,
Mulher que é o meu
Amor, minha querida.
Mário Querino – Poeta de
Deus

Nenhum comentário:
Postar um comentário