A gente segue sim,
Vivendo no Planeta,
Contudo, a gente
Preenche a cabeça
Sim de algo que eu
Acho que não traz
Nenhum sentido,
Somente tira a paz
Da alma, espírito
E ainda do coração,
A ponto de a gente
Intuir que é ilusão,
E é isso que gente
Já bota na cabeça
Para ficar alienado
No amado Planeta
Pra nada na vida,
Ainda que venha
Os bens materiais
E de tudo já tenha,
Nada vai satisfazer,
Ainda que construa
Um arranha-céu
Numa agitada rua,
Não vai ter entrada
Nos apartamentos,
Quem frui não está
Com pensamento
Nesse arranha-céu,
Mas sim, na renda
Que ele vai dar.
Agora, me entenda:
Por não conhecer
O seu arranha-céu,
Se ilude, sobretudo
No valor do aluguel.
Se por acaso passar
Pela rua onde fica
O arranha-céu, não
Entrará, é injustiça
Na minha intuição.
Ora, investir tanto
E depois não fruir,
Não trazer encanto
Para os olhos nem
Pra alma, espírito
E nem pro coração,
Eu acho algo ilícito.
Então qual sentido
De se ter recinto
Suntuoso na Terra?
Ora, muito eu sinto
Neste vasto Planeta
Intitulado Terra,
Sobretudo no meu
Amado pé de serra,
Mas não tenho não,
A ilusão por riqueza,
Gosto de lugar lindo,
Mas se a Natureza
Oferecer paz, amor,
Regozijo e gratidão,
Deixando bem a alma,
O espírito e coração.
Tenho necessidade
De coisas nesta vida
Ao lado deste amor
Intitulado D. Marisa,
Porém, já estando
No final do tempo
Apontado por Deus,
Uso o pensamento
Pra fazer algo bom
Que alegre a vida
Que me trouxe até
Aqui com D. Marisa
Mário Querino – Poeta de
Deus

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