quinta-feira, 20 de novembro de 2025

INVESTIR TANTO E DEPOIS NÃO FRUIR, EU ACHO ALGO INÚTIL

 


 

Mário Querino 20/11/2025

A gente segue sim,

Vivendo no Planeta,

Contudo, a gente

Preenche a cabeça

 

Sim de algo que eu

Acho que não traz

Nenhum sentido,

Somente tira a paz

 

Da alma, espírito

E ainda do coração,

A ponto de a gente

Intuir que é ilusão,

 

E é isso que gente

Já bota na cabeça

Para ficar alienado

No amado Planeta

 

Pra nada na vida,

Ainda que venha

Os bens materiais

E de tudo já tenha,

 

Nada vai satisfazer,

Ainda que construa

Um arranha-céu

Numa agitada rua,

 

Não vai ter entrada  

Nos apartamentos,

Quem frui não está

Com pensamento

 

Nesse arranha-céu,

Mas sim, na renda

Que ele vai dar.

Agora, me entenda:

 

Por não conhecer

O seu arranha-céu,

Se ilude, sobretudo

No valor do aluguel.

 

Se por acaso passar

Pela rua onde fica

O arranha-céu, não

Entrará, é injustiça

 

Na minha intuição.

Ora, investir tanto

E depois não fruir,

Não trazer encanto

 

Para os olhos nem

Pra alma, espírito

E nem pro coração,

Eu acho algo ilícito.

 

Então qual sentido

De se ter recinto

Suntuoso na Terra?

Ora, muito eu sinto

 

Neste vasto Planeta

Intitulado Terra,

Sobretudo no meu

Amado pé de serra,

 

Mas não tenho não,

A ilusão por riqueza,

Gosto de lugar lindo,

Mas se a Natureza

 

Oferecer paz, amor,

Regozijo e gratidão,

Deixando bem a alma,

O espírito e coração.

 

Tenho necessidade

De coisas nesta vida

Ao lado deste amor

Intitulado D. Marisa,

 

Porém, já estando

No final do tempo

Apontado por Deus,

Uso o pensamento

 

Pra fazer algo bom

Que alegre a vida

Que me trouxe até

Aqui com D. Marisa

 

Mário Querino – Poeta de Deus

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