Ora, eu cheguei sim,
Lá sobre as nuvens
E por um espaço,
Apreciar de lá pude
Nosso Planeta Terra.
Eu vi muitos edifícios
Altos, bons, nobres,
Sem dúvida, bonitos.
Mas parei e refleti,
Depois eu procurei
Entender, o porquê,
Em normais já notei
Que sua inteligência,
Sabedoria e noção
São atrapalhadas,
E afirmo com razão.
Por que, ó Querino?
Ora, porque eu vejo
Que um ser sabido
No canto sertanejo,
Jamais vai investir
Em obras de custo
Muito alto, para
Mostrar ao público
Que possui riqueza,
Poder e ostentação,
E depois tocar fogo.
Isso é dum sabichão?
De inteligente? Isso
É de um normal,
Assolar tudo e todos,
Sobretudo o pessoal
Jovem, adolescente,
Criança e idoso?
Dizer que essa ação
É de um estudioso,
Estou exagerando,
Posso até está sim,
Mas eu sendo louco,
Não penso tão ruim
Como pensa esse
Normal, inteligente
E sabichão que há
Aqui entre a gente.
Então é bom ser
Normal, inteligente
E assim tão sabido
Sobre o Continente
Americano, europeu,
Asiático, africano
E oceânico? Ora, eu
Não fique pensando
Na loucura, achando
Que é normalidade,
Inteligência e saber,
Porque em verdade,
Em verdade, isso só
Traz-me a loucura
Em um nível alto,
Que surta a criatura
Que chega a esse
Ponto sim terminal,
Pois estive louco
Entre esse pessoal,
Porém, não cheguei
Ao ponto de eu
Ficar irado e querer
Abolir Obras de Deus,
Que já tem mais
De 4,5 bilhões
De anos de vivência
E fruem as nações.
Então, quem sobe
Alto e vê a Natureza,
E deseja abolir é pior
Que eu, com certeza.
Então, eu sendo sim
Louco, não faço
Essa besteira aqui.
Por que me acho
Sim, um cara louco,
Se eu vejo normal,
Inteligente e sabido
Praticando o mal,
Mal que eu ignoro?
Então acho implexa
A índole dos seres
Humanos. Eu, Poeta
Mário Querino, não
Entenderei nada.
Então, fico calado
Aqui em minha casa.
Mário Querino – Poeta de
Deus

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