domingo, 19 de abril de 2026

DE QUE VALE UMA SABEDORIA QUE SÓ SERVE PARA DESTRUIR PATRIMÔNIOS E VIDAS? É MELHOR A MINHA LOUCURA

 


 

Mário Querino 19/04/2026

Não sou obrigado não,

Saber o que os outros

Sabem no Orbe Terra,

Eu já sabendo pouco,

 

A ponto de viver bem

Ao lado de D. Marisa,

Já é o suficiente sim,

Pra eu manter a vida

 

Com caráter, moral,

Ética e sim, respeito

Para com os outros

Que têm seu direito

 

De ter livre escolha.

Então, para que eu

Pungir-me visando

O saber que é seu?

 

Ora, já sou cônscio

Que eu não preciso

De me preocupar

Com algo antigo.

 

Por exemplo: Vou

Quebrar a cabeça

Com líder visando

Destruir o Planeta

 

Titulado Terra onde

Fica o meu Distrito

De Bananeiras, lugar

Onde eu nasci e fico

 

Ao lado da Mulher

Intitulada D. Marisa,

Mulher que cuida

Bem da minha vida

 

Na Chácara Santa

Maria? Então, não

Sou obrigado saber

Ou ser um sabichão.

 

A final de contas,

Eu já tenho 64 anos

De existência aqui

No cantinho baiano

 

Titulado Pindobaçu

Onde fica Bananeiras,

Lugar onde eu vivo

Ditoso a vida inteira

 

Ao lado de D. Marisa,

Mulher que eu amo

De todo o coração

E sempre lhe chamo

 

De amor e paixão,

Sobretudo, querida,

Por ser a Mulher

Que tenho na vida

 

Até aqui, e espero

Que comigo fique

Até o final da vida

Que na Terra existe

 

Para eu viver bem

Com a D. Marisa,

Sem eu precisar

Ser pessoa sabida

 

Para ter o caráter,

A moral, a ética,

A gratidão, o amor

E a visão poética,

 

Sobretudo, respeito

Para com os outros

Que têm o direito

De viver com gosto

 

Neste vasto Planeta

Intitulado Terra,

Onde nasci e vivo

Feliz no pé de serra

 

Titulado Bananeiras,

Lugar que amo,

A minha Mulher

Que sempre chamo

 

De D. Marisa. Então,

Não sou obrigado

Saber de tudo isso...

Já estou avançado

 

Na idade e não sou

Mais capaz de ser

O que eu queria lá

No passado. Viver

 

Tranquilamente já  

É bom tamanho,

Porque não levarei

Nada do que ganho

 

Enquanto eu viver

No Planeta Terra,

Mormente em meu

Amado pé de serra

 

Titulado Bananeiras

Onde trago a vida

Que Deus me deu

Ao lado de D. Marisa

 

Em 1988, e até aqui

Vivo muito ditoso,

Sem ter problemas

Perante este povo.

 

Ora, sou contente

Pelo que eu já sei,

Então, vou decorar

O que eu observei

 

E não me interessa

Mais na Terra,

Principalmente aqui

No meu pé de serra?

 

O que me adiantará

A vida do rei Salomão?

Do rei Davi? do pai

Da fé, Patriarca Abraão?

 

Acha que morto vai

Me dar mais nada?

Se eu não trabalhar,

Nada terei por palavra.

 

Pois palavra sem ação

Não resolve nada,

Se resolvesse, ficaria

Sentando na calçada

 

Com a minha boca

Escancarada, repleta

De dentes, esperando

O pão na hora certa.

 

Mário Querino – Poeta de Deus

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