Não sou obrigado não,
Saber o que os outros
Sabem no Orbe Terra,
Eu já sabendo pouco,
A ponto de viver bem
Ao lado de D. Marisa,
Já é o suficiente sim,
Pra eu manter a vida
Com caráter, moral,
Ética e sim, respeito
Para com os outros
Que têm seu direito
De ter livre escolha.
Então, para que eu
Pungir-me visando
O saber que é seu?
Ora, já sou cônscio
Que eu não preciso
De me preocupar
Com algo antigo.
Por exemplo: Vou
Quebrar a cabeça
Com líder visando
Destruir o Planeta
Titulado Terra onde
Fica o meu Distrito
De Bananeiras, lugar
Onde eu nasci e fico
Ao lado da Mulher
Intitulada D. Marisa,
Mulher que cuida
Bem da minha vida
Na Chácara Santa
Maria? Então, não
Sou obrigado saber
Ou ser um sabichão.
A final de contas,
Eu já tenho 64 anos
De existência aqui
No cantinho baiano
Titulado Pindobaçu
Onde fica Bananeiras,
Lugar onde eu vivo
Ditoso a vida inteira
Ao lado de D. Marisa,
Mulher que eu amo
De todo o coração
E sempre lhe chamo
De amor e paixão,
Sobretudo, querida,
Por ser a Mulher
Que tenho na vida
Até aqui, e espero
Que comigo fique
Até o final da vida
Que na Terra existe
Para eu viver bem
Com a D. Marisa,
Sem eu precisar
Ser pessoa sabida
Para ter o caráter,
A moral, a ética,
A gratidão, o amor
E a visão poética,
Sobretudo, respeito
Para com os outros
Que têm o direito
De viver com gosto
Neste vasto Planeta
Intitulado Terra,
Onde nasci e vivo
Feliz no pé de serra
Titulado Bananeiras,
Lugar que amo,
A minha Mulher
Que sempre chamo
De D. Marisa. Então,
Não sou obrigado
Saber de tudo isso...
Já estou avançado
Na idade e não sou
Mais capaz de ser
O que eu queria lá
No passado. Viver
Tranquilamente já
É bom tamanho,
Porque não levarei
Nada do que ganho
Enquanto eu viver
No Planeta Terra,
Mormente em meu
Amado pé de serra
Titulado Bananeiras
Onde trago a vida
Que Deus me deu
Ao lado de D. Marisa
Em 1988, e até aqui
Vivo muito ditoso,
Sem ter problemas
Perante este povo.
Ora, sou contente
Pelo que eu já sei,
Então, vou decorar
O que eu observei
E não me interessa
Mais na Terra,
Principalmente aqui
No meu pé de serra?
O que me adiantará
A vida do rei Salomão?
Do rei Davi? do pai
Da fé, Patriarca Abraão?
Acha que morto vai
Me dar mais nada?
Se eu não trabalhar,
Nada terei por palavra.
Pois palavra sem ação
Não resolve nada,
Se resolvesse, ficaria
Sentando na calçada
Com a minha boca
Escancarada, repleta
De dentes, esperando
O pão na hora certa.
Mário Querino – Poeta de
Deus

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