Quando a gente usa
Nacionalidade alheia,
Não é mais a pessoa
De fidúcia, nisso creia.
Por que, ó Querino?
Ora, se tem vergonha
De ser filho da Pátria,
Você sempre sonha,
Dum dia menosprezar
O seu berço prendido.
Quem desvale a Pátria,
Não está querendo
Permanecer na terra
Prometida por Deus.
Pois se a terra alheia
Fosse ambiente seu,
Você teria nascido lá.
Ora, se eu nasci aqui
No torrão brasileiro,
Por que eu vou fugir,
Se eu já tenho direito
E também a liberdade
De viver no Orbe Terra
Com a nacionalidade
Que eu já tenho sim
Neste Planeta Terra,
Mormente no meu
Amado pé de serra
Intitulado Pindobaçu
Onde fica Bananeiras,
Distrito onde eu nasci,
Cresci e a vida inteira
Vivo feliz com a Varoa
Intitulada D. Marisa,
Mulher que cuida sim
Com fé da minha vida?
Caso, eu mudasse sim,
Não seria um patriota
Falso em outro país?
É óbvio, você até troca
A sua nacionalidade,
Mas não deixa de ser
Natural da terra onde
Nasceu e cresceu você.
Em verdade, em verdade
Você mudou seus dados
Pessoais em outro país,
Porém, você foi gerado,
Nascido e crescido sim,
Na terra prometida
Pelo Senhor Deus,
Mas, deixou excluída
Para ser filho adotivo
Sim, de outra Pátria,
Porém, o seu coração
Sentirá a grande falta
Da sua gente querida,
Sobretudo da Família
Que deixou por visar
Uma ostenta trilha
Pra viver distante sim,
De quem mais cuidou
Quando mais carecia
Dum carinho e amor.
Hoje, acha que nunca
Mais vai precisar não,
Da Pátria amada Brasil,
Eu acho isso ingratidão.
Já imaginou, se Jesus
Também mudasse sim
A sua nacionalidade!
O que seria de mim,
Sendo um brasileiro
E Ele sendo um judeu?
Como eu seria parte
Da Família de Deus,
Se o seu próprio Filho
Teria vergonha da Pátria
Onde nasceu e cresceu
Com amor e graças?
Mário Querino – Poeta de
Deus

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