segunda-feira, 11 de março de 2013

ÁGUA SE ESCONDE ANTES DE CHEGAR À CAIXA DO DISTRITO DE BANANEIRAS





Agora vou fazer um estudo
Dentro da Matemática,
O inteligente vai ver tudo
E obviamente o erro acha.


Essa carroça de burro,
Trouxe um tambor cheio
De água, hoje eu sussurro
E digo de onde ela veio.


Obviamente da rede geral
Onde está toda perfurada.
Então aviso ao pessoal:
A água está sendo desviada


E trazida de longe da caixa.
Se tampasse os furos feitos
Teria força e chegaria à praça
E não carregariam deste jeito.






Amigos, se o poço é o mesmo
E também é a mesma bomba,
O Matemático não vê segredo
Nem problema nesta soma.


Basta o Matemático ver bem,
Tintim por tintim,
E controlar os furos que tem,
Deixar de molhar roça e capim,


Não buscar água nos furos,
Esperar a água nas torneiras
E armazenar para o futuro
Do Distrito de Bananeiras.


Se puser a boca no trombone
Entenderão a Matemática,
E essa água jamais se esconde
Antes de chagar à nossa caixa.
  

Mário Querino – Poeta de Deus 


Poeta Mário Querino 

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