NÃO É PRECISO FALATÓRIO PARA SE RESOLVER UM BOM NEGÓCIO, POIS CREDORES E CLIENTES JÁ SÃO CÔNSCIOS DO TEOR

Poeta Mário Querino 05/03/2018



Havia uma firma situada
Numa grande cidade,
Servidores que moravam
Lá lidavam em localidade


Diferente. Era um feriado
Nessa grande cidade,
E liberou os empregados.
Os clientes na dificuldade


Para manterem abertas
As lojas, ficaram tristes,
Fizeram perguntas dessas:
“Ora, o feriando só existe


Nessa sua cidade, ó chefe,
Por que não vieram?
As lojas não merecem?”
Patrão e chefe disseram:


“Porque aqui é feriado
E temos que respeitar
Direitos dos empregados,
Por isso não foram lidar.”


Os clientes perguntaram:
“E ficaremos no prejuízo?”
O patrão e chefe falaram:
“Precisamos ter bom siso.”


Então, agora, o que fazer
Para sair dessa situação?
Basta somente querer
Acrescer a remuneração


De servidores da empresa.
Mas alguém pode indagar:
“Quem arcará a despesa?”
Nesse caso, quem prestar


Serviço nessa localidade.
Pois de qualquer maneira
Nas lojas há contabilidade
E pagarão a turma inteira.


Caso, os clientes fiquem
Sem o serviço prestado,
Ficariam muito tristes
E terão labor atrasado


E uma grande despesa
Com servidores da outra,
Sua credora empesa,
Resolverá sim com pouca


Conversa, é só usar sim
A estratégia que não dê
Prejuízo. Isto não é ruim,
Bom é o povo entender


Que tudo isso passa,
Tudo isso fica na Terra.
Vive o Poeta nas graças
De Deus, no pé de serra.

Mário Querino – Poeta de Deus

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